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terça-feira, novembro 09, 2010

The Dreadful Hours - As Horas Complicadas.


De tempos em tempos venho me sentindo consumido por um sentimento de angústia e grito. Caminho todo dia, pra todos os lados. Salto, descanso, corro e até me arrasto nessa vida em que você serve pra viver e vive pra servir. Se não servir de nada ou servir, mas só pra si, pra sua paz, é o mesmo que não servir. Minha vida é a música, meus planos são canções. Prefiro começá-las lentas e fazer da minha composição algo que demonstrará a minha força interior. Só que enquanto essa música se compõe, nem de perto os olhos aflitos vêem e isso me causa aflição e dor! Dói fazer a vida valer a pena e te verem como pessoa que não liga pra isso. Se esforçar, gritar, mesmo que rouco de outras músicas, e ser visto como sussurrante. Apatias de marchas fúnebres, tenho um monte na coleção de músicas, mas hoje queria compor um hardcore com letras autruistas. Percebi que o grande lance é fazer um thrash mandando o mundo pra ponte que caiu! Não sou nenhum homem de sucesso, mas tenho dignidade de tropeçar, cair, levantar e continuar caminhando sem querer ser mais que ninguém, só eu mesmo, pois só posso ser melhor do que eu!

Desabafo regado a My Dying Bride - The Dreadful Hours, e muitas lágrimas de raiva e indignação.


"Mother will you take me down?
I have become so afraid
Mother please, please take me down
Sorry, your boy is not brave
Child just hold on. Night will soon be gone
Sleep if you can. But watch your father's hand"


Quem não me vê, não me entende.

Abraços.

5 comentários:

Didi. disse...

Quem não te vê, certamente não te entenderá, mas lembre-se que posso até não te entender, porém eu te vejo e estou sempre a te acompanhar.

Didi. disse...

Quem não te vê, certamente não te entenderá, mas lembre-se que posso até não te entender, porém eu te vejo e estou sempre a te acompanhar.

Rossana Chiara disse...

É amigo, estamos compartilhando ultimamente de sentimentos parecidos ou até mesmo igual. Mas é caminhar e olhar sempre as possibilidades, mesmo com as forças se esvaindo pela pele é preciso continuar.
abraço forte

Vanessa Souza Moraes disse...

A gente sempre pode, suponho :)

Camilla Aloyá disse...

eu não te vejo, mas posso te entender perfeitamente através das palavras...