Páginas

Mostrando postagens com marcador emoções. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador emoções. Mostrar todas as postagens

sábado, janeiro 08, 2011

Feel So Good

"Sensação boa,
Eu viajei até outra atmosfera
E cada suspiro
Que eu dou torna mais claro
Eu estou segurando o céu em minhas
mãos.
É automático, baby."


(Feel So Good - Jamiroquai)

quinta-feira, setembro 30, 2010

Quem Disse Que Caramujo Não Tem Coração? Tem Coração...

Eita nós! Dias passam e vão, nada em vão mas tudo entre sim e não. Cá com meus pensamentos, tenho me analisado bastante por dentro. Meus pensamentos, minha forma de expressar as coisas, meu jeito de ser e pensar. Às vezes fica estranho saber que mesmo linear, se é sempre multifacetado. Tem muita gente que diz: "Pra mim é assim ou assado!" ou "Se não for assim, não é!" e fico me perguntando se eu também sou assim de alguma forma. Lógico que todo ser humano pensante tem seus extremismos e seus meios-termos, mesmo que não admitam isso. Corro, vivo, luto, descanso, brigo, avanço, retrocedo, ando, reconcilio, e tudo mais que um ser vivente já passa cotidianamente. Penso que sem amor de forma geral, a criação de novos horizontes fica meio conturbada. Sinto-me acuado com algumas coisas que às vezes acontecem comigo. Sou um cara que sempre se comunicou na medida do possível com pessoas que valem a pena trocar e introjetar idéias. Não destituo ninguém de importância, destituo só coisas. Muitas vezes já pensaram que eu não gostava ou não queria mais algo com alguém só por não dar "carinho" da forma que todos vêem o que significa carinho, mas quem não tem introspecção de vez em quando em relacionamentos? Bem, me choquei um pouco só por sempre ser visto como alguém carinhoso e percebi que não é só o carinho que eu demonstro ou causo nas pessoas, mas também a falta dele, o que me remete ao que falei anteriormente: Todo ser humano tem seus extremismos e meios-termos, mesmo que não admitam. Não admitia isso, sempre me vi como carinhoso, atencioso, tenro. Mas como ninguém é uma coisa só, me vi sendo várias e tenho consciência  da raiva ou do afeto que eu causo nas pessoas pelo que sou. Só tento ser melhor, pra mim e pros que considero.

E pelo título, trecho de música do Quinto Andar aqui:

Afinal, Quem disse que caramujo não tem coração?!

"- Jõaozinho, eu queria um exemplo de um animal que não tem coração


 - Ah caramujo professora
Quem disse que caramujo não tem coração?
tem coração, eu não te trato bem, coração?
100 coração a mais de quem tem coração,
que sem coração vale mais que quem tem 100 coração...
Ninguém é perfeito mas o caramujo tenta
apesar de sonolento a primeira a gente guenta
penta não garanto mas te amo tanto
que tento no intento de machucar sem pranto
um tapinha não dói mas aqui em niterói
rola brincadera e viagem nos point do naval e boa viagem
si não conhece os picos eu ti mostro sem pressa
como guia turístico de dia,
em casa de noite show artístico
com truque na manga um duque de tanga
bingo, street flash,
eu ganhei e e peguei sua foto no controle remoto
depois do flash
eternizados em imagem que não si mexe...
Quem disse que caramujo não tem coração?
tem coração, eu não te trato bem, coração?
100 coração a mais de quem tem coração,
que sem coração vale mais que quem tem 100 coração..."


^^.

quarta-feira, setembro 22, 2010

E Como Dissesse

Se eu não amasse
Se eu não ajudasse
Se eu não quisesse
Se não gostasse
Talvez fosse que esquecesse


E como dissesse pra dissecar o estresse
Finesse de procurar o que no outro aquece
De um e um só para outro ser


E o verso repete a vida de vontade
Pro que desse e viesse
Pronto, com amor e amizade


É, é egoismo sim, querer você só pra mim
E afastar quem gosta de espreitar

Ficando Doido




Hoje tenho certeza de que preciso voltar a meditar.


Cara, às vezes é muito fácil chegar e falar: - Ah, Abiodun é um cara muito Zen, muito "de boa", muito gente fina, só grila com algumas coisas, mas normalmente é calmo com tudo.


Todos falam isso porque pensa-se que é bem difícil me tirar do sério ou me deixar nervoso.

A boa nova é que nem tudo é essa pétala toda, a má nova é que não adianta verem que tem bem pouca coisa que faz isso comigo. Tô ficando neurótico e não sei ou tem alguém querendo provar a minha pele ou coisa do tipo. Vejo algumas coisas, que por mínimas que sejam, não me deixam muito bem. Uma delas é gente cara-de-pau, outra é gente que não dispensa esse povo cara-de-pau, outra mais foda é gente que dissimula sentimentos. Se fossem coisas sem nexo, poderiam me chamar de doido numa boa, mas o lance não é esse e o pior é que se repete como um karma.


"Logo vem a calmaria!" Já diria uma música dos meu tempos de banda de punk hardcore.


"...Calmo, pancada certa" Já me disseram essa uma vez.


Se eu pudesse contar, contaria. Mas a minha cara não é essa.


Pronto.

segunda-feira, agosto 30, 2010

Sabiá Em Vôo de Sonho


Meu corpo ferve
Esfria, amolece
Adormece a dor

Tenho sim, mesmo em coma, sede de amor.

E nos sonhos o arranha-céu é tão pequeno
Que em um pulo, se faz centro
Dentro de nós,
Alento.

Falto com meu próprio ar,
Atento a cada passo
Como se fosse sabiá.

Coração de passarinho onde passam mil batimentos
Assim, bem rápido, como o pensamento.

Primavera, outono, verão e inverno de todos.

quinta-feira, julho 01, 2010

Indagações

E se não tivessemos sido nós? Quer dizer, se talvez por um instante os lábios não tivessem feito nada e nem o corpo? Se pensa isso profundamente quando percebemos o quanto a vida mudsou e continua em mudança. Lugares, rostos, rios, mares, areia, terra, farinha, peixe-pedra.

E foi, foi, foi indo e construindo um monte de ramos que brotaram e também outros que só pararam. Mas indaga a garganta: E se parasse tudo algum dia, o que aconteceria? Talvez viesse entendimento de uma nova fase. Os laços particulares provavelmente iriam se desfazer por conta dessa nova passagem. Logo os beijos se afastariam, o calor também, e restaria aquele aperto de mão de negócios. E talvez não acontecessenada disso, só uma sombra pairaria sobre o que foi um amor.

Mesmo com as hipóteses, sabemos que o que pode acontecer tem grande parcela no que fazemos e queremos. Hoje portanto, fico feliz em descartar a sombra e o afastamento, poiis sei o que quero e vou fazer. Receio que minha companheira também saiba, e por isso abro um sorriso maior ainda ao pensar no dia em que formos nos encontrar de novo.

O que foi ou não foi não vai depender do que vem a ser o amor.

sábado, junho 05, 2010

Frenesi

Há algo em mim
Parece vulcão
Explode, aquece, dá vontade
Vontade de continuar até cair.

Frenesi.

terça-feira, junho 01, 2010

Ato Espontâneo

E aqui quero estar.
Gritando! Escapando minha ira contra o que não posso lutar
Cantar, falar, afagar a pele em chaga dos que sentem a mesma dor
Amor do ardor que a música distorcida causa
Alívia em certa pausa
O que temos no peito e não pára de trovejar...
Vontade!

Se pudesse ser ouvido por toda alma, Entenderiam que isso é como respirar.

domingo, maio 23, 2010

Passagem de um Andança pela Vida

[...] Ele sabia que era um momento arriscado, onde tudo poderia acontecer. Sem essa estória de bom ou ruim, ele tentou pra ver se conseguiria arrancar um sorriso sereno e de cara ficar com tal sorriso. Caminhou junto, deu as mãos, ouviu, foi ouvido e sempre numa proximidade de fazer os olhos brilharem. Eis que o sorriso veio e com ele um sol, digno de domingos na praia deserta.

Das estradas da vida ele já saíra muitas vezes desnorteado, cambaleando depois de atropelos. Com um olhar sincero e mesmo sem direção certa, ele mirava o campo, longe, onde todos eram iguais. Suor no rosto, malandragem nem tanta, mas tentando aprender nas esquinas da vida entre um bate-bola e uma conversa em boteco no fim da copa.

Ah! saia e queria ver as pessoas os prédios e o mar ao mesmo tempo, sempre disponível a ir tomar banho de mar à madrugada e saciar a sede depois do mergulho com uma água de coco ou um whiskey talvez. Os companheiros ao redor, nem sempre tão atentos levavam pra um lado e outro, mas de repente ele só resolveu que se fosse pra levar que fosse só por enquanto, quando o sol ainda estivesse se pondo. Fez as malas mesmo que morasse perto, saiu e voltou no outro dia, com uma bela moça de baixo do braço. Vez em quando ela também levava-o no braço pra lugares bem simples e bonitos só pra fazer o que há de melhor: viver.

Nesse morro-quebrada-complexo-habitacional da vida, eles passeavam e iam descendo e subindo ladeirões e curvas em meio a barrancos, palafitas, barracos e becos. tinha tempo em que ele subia, subia, subia e esperava por ela lá em cima. Outrora era ela que subia, subia, subia e esperava por ele lá em cima. De mala, cuia e cuíca, com tropeços, atropelamentos e muito jogo de cintura eles iam caminhando, colhendo flores, espinhos, dores de coluna e remédios pra alívio.

Certa vez, ele foi querer subir um ladeira de duas mãos. Não pelo lado que ela ia, mas por outro, meio turvo. Horas inexatas, muita gente atrás deles, querendo algo que eles não sabiam, mas uma coisa era certa: pessoas com caras ruins. ele foi e viu o peso na frente e atrás. começou a correr. Ralou a cara no chão, se levantou, continuou correndo a ladeira. Do alto, o amor. Cai mais uma vez e se levanta pra alcançar. Não quis parar. Não era hora e não era vontade. [...]

sexta-feira, abril 30, 2010

Alimento Amor



Ah! quero viver!
Quero sim, quero amar...
Amor esse que vem com cheiro de mar
Calmo, violento, vasto

Quero voar, como céu sobre
Encoberto com nuvens de desenhos
Cheio de som que a gente ouve
Quando a brisa passa no tempo lento que temos

E é música, ondas, vento e popa
Navega e vai de encontro
Uma alma à outra

E com calmaria ou estrondo
Vida vive, alma come
Alimento Amor, que mata a fome e nunca some.

domingo, abril 25, 2010

Colisão


Em torno da mente retorno confuso
Meio muito estranho
real papo de surdo e mudo
queria só saber qual é o plano.

E parece machucar, mas é só impressão
Arisquez, compensamento, imensidão
tudo bem lento
sem vontade de intento

Mas p'ra quê?

Soturno, me durmo
Em mim e nos outros
Não sei o que sinto agora
Mas a angústia no peito é algo profundo

Queria saber como e porquê
mas não é tão possível
talvez no dia que for atingido
no real e derradeiro eixo sangüíneo

Ai que dor no peito!

Saber que ele ainda não é ermo felicita
E complica as chances de sair ileso
Ou então entrar tão coeso
de uma ou outra vida

E bate, chuta, vira
Cascas, ruínas, feridas
Perigo constante, sujas armadilhas
Causando uma estranha extrema revolta e apatia.

Desrtitmia, rápido coração
Rota de colisão.

sábado, abril 17, 2010

Partes de uma Pós-Crise

 Parte I: Da perda da inocência.

Eles não são mais, nós não somos mais, mas ainda tentamos viver sem que a apatia nos pegue de jeito. Beirando a fortaleza e a fraqueza se encontram os sentimentos mais fortes da vida aqui, mas mesmo com estes, tomamos conta do coração como se ele sempre fosse muito frágil mesmo, esquecendo quanta força existe nisso, no coração.

Parte II: Do peito em explosão.

Tenho um recado às pessoas que amam: cuidado com sua caixa toráxica. Em altos e baixos da vida, quando não temos mas já temos aquela certeza que nos leva à pessoa que pode ser a que você vai abraçar antes de dormir quando tiver uns 20 anos à frente daqui. Quando se tem essa importância, só a possibilidade de perda é como uma bomba H no meio do peito.

Parte III: Da redenção e reconhecimento.

Por mais que a vida seja confusa, quando o sentimento de amor e o reconhecimento da pessoa amada vêm a tona, você acorda. Podem ser dias boêmios, noites elétricas, semanas afásicas, não importa, tudo isso vai mudar. O cuidado vem, a resiliência vem, o sol vem. Auto-estímulos sempre funcionam, mas não mais do que uma boa dose de companhia e carinho. E digo algo cabal: Não abandonem isso por nada. Se perder é lindo e se achar também, mas nem sempre existem múltiplos caminhos depois.

Parte IV: Da vontade de viver.

Já diria Ed Motta, "se amar é viver e viver é amar, não deixe pra viver depois". E é por isso que eu amo. E é por isso que o amor faz mudanças. E é por isso que amo demais a pessoa que me acompanha, espiritual e fisicamente.


Que Olorun nos proteja na caminhada rumo à vida junto ao nosso amor.

Bi Olorun Ba fe 

segunda-feira, abril 05, 2010

Vive




É, a gente vive
Anda, faz e acontece
Sem esquecer das pessoas importantes, marcantes
Que em horas inusitadas, aparecem
Aquelas, que a gente leva pra vida toda
Que estão alí não por ser boas ou más, só pessoas
Aliás, não 'só' pessoas, vidas que colidem.

É, a gente vive
Corre, tropeça, cai, levanta e não perde a corrida
Às vezes fica aquela ferida
Que olha e dá aquela imagem sofrida
Mas e antes das quedas, e o suor?
O sangue vibrando, a vida acontecendo, o ar entrando no pulmão.

É, a gente vive
Gosta, desgosta e enrola a ação do amor
É, aquele que nos dá senso de dual-unidade
Vem depois da paixão, passando pela amizade
Chega e nos invade,
Nos mostrando o quanto podemos ser pequenos e grandes ao mesmo tempo
E falando no tempo, ele passa e o amor não
Fica ali, gravado no peito, no coração
Quem já sentiu sabe o valor.

É, a gente vive
Se despedaça e recompõe
Vem como vapor
Se dissolve em lágrimas e endurece como gelo
Tudo na mesma hora
E ninguém mais sabe o que é frio ou calor
Ferve o sangue, suor gélido
Palidez de não estar com quem se ama
Parece bobo, mas quem reclama, sabe viver

É, a gente vive
Como corpos e balas em um tiroteio livre.


"Correr é um valor mas conforme for tenho uma na agulha e mais cinco no tambor."
Fórmula Mágica da Paz - Racionais

quinta-feira, março 18, 2010

E o Frio



E o frio invade
Essa manhã em que acordo ainda entorpecido pela sensação de prelúdio
Ludibriado pelo pensamento positivo.

Um ponto, uma estranha ferida, mancha
Que mesmo duvidada, assusta
Não sei por quanto tempo, mas arranha
E deixa minha mente em estranha penumbra.

Meu amanhã pode ser neblinado
Eu continuo, e os de trás sumindo
Não sei muito disso
Mas às vezes a vida parece extermínio.

Basta 'tar vivo.


_________________________________________________________________________________


Não muito bem,  minha vó -  que  mesmo  eu não  tendo  muito contato -, se encontra em uma situação de convalescência crítica e com toda certeza isso meche com a nossa cabeça. Aí a gente fica assim, não tão bem.

terça-feira, março 16, 2010

Ciúme

Ontem estava ouvindo umas músicas do Ultrage a Rigor e me dei conta de uma coisa. Mesmo eu sendo um cara calmo e de mente aberta, ME MORDO DE CIÚMES.

Não sei se isso é saudável, até porque a raiva sobe, o corpo esquenta e o pensamento racional se esvai de tal maneira que a gente só sente esse troço estranho e que depois nos dá motivo pra rir de nós mesmos: o ciúme.

É, eu sou humano mesmo.

A Raiva

Sabe a raiva?
É, aquela, que invade por algo estranho
Às vezes eu sinto ela
não por querer
mas por ver
o errado
acontecer.

sábado, março 06, 2010

Humano Futuro do Imprefeito


Como posso ser visto como não sou?
Errei um monte de vezes antes, mas quem não errou
Acompanho passos e aperfeiçoo o meu
Quero ser lembrado como o que frutificou, não o que pereceu.

E não! Não sou filisteu!
Se grito é pq sinto, se falo, é porque penso
e penso no melhor apesar de todods os fardos e baixas
O que me faz crescer é essa vontade de traçar a rota de caça e vitória

Se cair, do chão não passa e se levantar o céu tá logo alí
Nunca perdi a chance de andar e pular
Nunca perdi a chance de amar
Nunca perdi a chance viver o que quis

Minhas imperfeições moldadas são daqui praí
Meu modo de pensar emoldurado se fez pra refletir

Nem novo nem velho
Apenas vivo!

sexta-feira, fevereiro 12, 2010


.


Hoje parte de mim é calmaria
E a outra é desespero.

Se pudesse,
Saltaria.

Não do alto
mas dentro.

O primeiro passo
Foi dado

Coração amassado
É só o começo.

domingo, janeiro 10, 2010

Entrelaços do vôo do Palco

Entrelaços entrelinhados de papéis amaçados
Descalço, vejo tudo do alto
Com pés no chão, mas alados
Um siples salto, da lama ao palco

Arremate do canto
Pranto tanto, de alegria e desespero
Assoberbando o enterro
Da vida como um manto

Somos tantos, querendo gritar,
Pra depois se jogar
E entregar a energia
do público que nos elogia

E essas são as assas
Feitas de mãos
Nos elevam
nos dão chão

Pra cair e levantar Música.