Páginas

Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Poesia. Mostrar todas as postagens

sábado, fevereiro 05, 2011

Cantar!



Ah! O meu cantar...

Não deixa ele ir embora!
É minha vida, minha energia, minha aurora
Boreal ou não, cobre e salta as veias da garganta,
Libertando de minha toda essa engraçada ânsia
Que faz todo o ar dos pensamentos saírem soltos
Pra aquietar tanto sufoco!


Foto: HisteriaH(minha banda) tocando no Bar do Porto - São Luís /MA

sexta-feira, novembro 19, 2010

A man is just a man


Nunca tive medo de cair
Já tive medo de não ter vontade de levantar
Nunca tive raiva sem razão
Já tive medo de ter agredido alguém sem ter um porque
Nunca tive medo de seguir em frente
Já fiquei apavorado em ter os pés virados pra trás
Nunca tive medo de ser quem sou
Já tive medo de não exercer minha identidade
Nunca vou ser mais homem que nenhum
Mas sou eu mesmo sempre!








Na foto: Breno Hemp e eu cantando na Radio X FM, banda de Ska/Dub/Reggae/Hardcore/Blues/Explosion!
Foto tirada no evento Reggae Social, feito pelo pessoal de Serviço Social da UFMA. 

quarta-feira, setembro 22, 2010

E Como Dissesse

Se eu não amasse
Se eu não ajudasse
Se eu não quisesse
Se não gostasse
Talvez fosse que esquecesse


E como dissesse pra dissecar o estresse
Finesse de procurar o que no outro aquece
De um e um só para outro ser


E o verso repete a vida de vontade
Pro que desse e viesse
Pronto, com amor e amizade


É, é egoismo sim, querer você só pra mim
E afastar quem gosta de espreitar

quarta-feira, setembro 08, 2010

Coceira

Joelho e pés marcados
Andanças, caminhos
Almejo o orvalho
do amanhã que vem vindo

De longe, bem longe viamos isso
De longe bem longe em lento ritmo
De longe, bem longe do caos ambíguo
De longe bem longe desse atrito íntimo

A dor coça a raiva, que coça a mão
A mão coça o pé, que coça o chão
O chão coça o mar e tudo, então...

Coça, coça e caminha instigando movimentação.

segunda-feira, agosto 30, 2010

Sabiá Em Vôo de Sonho


Meu corpo ferve
Esfria, amolece
Adormece a dor

Tenho sim, mesmo em coma, sede de amor.

E nos sonhos o arranha-céu é tão pequeno
Que em um pulo, se faz centro
Dentro de nós,
Alento.

Falto com meu próprio ar,
Atento a cada passo
Como se fosse sabiá.

Coração de passarinho onde passam mil batimentos
Assim, bem rápido, como o pensamento.

Primavera, outono, verão e inverno de todos.

terça-feira, agosto 10, 2010

Névoa


E a névoa paira no ar
mesmo com tanto calor
começo de algo agora
que não vai e não terminou

Calou o tempo, as vozes
Calou a ânsia, os algozes
Aqueles que sempre vinham com agouros
Querendo que nosso ouro fosse de tolo

Nosso ouro é só nosso,
Nosso amor de riqueza
No brilho dos olhos

Quem vê em nós isso vê a verdade
Da união de dois corpos,
Uma alma de eternidade.

terça-feira, junho 01, 2010

Ato Espontâneo

E aqui quero estar.
Gritando! Escapando minha ira contra o que não posso lutar
Cantar, falar, afagar a pele em chaga dos que sentem a mesma dor
Amor do ardor que a música distorcida causa
Alívia em certa pausa
O que temos no peito e não pára de trovejar...
Vontade!

Se pudesse ser ouvido por toda alma, Entenderiam que isso é como respirar.

terça-feira, maio 18, 2010

Surrender

Surrender
Surrender to your fear, your wishes, your tear
We do not have time
We do not have to heal
To heal the words that already have wheels.

sexta-feira, abril 30, 2010

Alimento Amor



Ah! quero viver!
Quero sim, quero amar...
Amor esse que vem com cheiro de mar
Calmo, violento, vasto

Quero voar, como céu sobre
Encoberto com nuvens de desenhos
Cheio de som que a gente ouve
Quando a brisa passa no tempo lento que temos

E é música, ondas, vento e popa
Navega e vai de encontro
Uma alma à outra

E com calmaria ou estrondo
Vida vive, alma come
Alimento Amor, que mata a fome e nunca some.

domingo, abril 25, 2010

Colisão


Em torno da mente retorno confuso
Meio muito estranho
real papo de surdo e mudo
queria só saber qual é o plano.

E parece machucar, mas é só impressão
Arisquez, compensamento, imensidão
tudo bem lento
sem vontade de intento

Mas p'ra quê?

Soturno, me durmo
Em mim e nos outros
Não sei o que sinto agora
Mas a angústia no peito é algo profundo

Queria saber como e porquê
mas não é tão possível
talvez no dia que for atingido
no real e derradeiro eixo sangüíneo

Ai que dor no peito!

Saber que ele ainda não é ermo felicita
E complica as chances de sair ileso
Ou então entrar tão coeso
de uma ou outra vida

E bate, chuta, vira
Cascas, ruínas, feridas
Perigo constante, sujas armadilhas
Causando uma estranha extrema revolta e apatia.

Desrtitmia, rápido coração
Rota de colisão.

terça-feira, abril 20, 2010

Soul Fire

Soul Fire brings the Tomorrow,
Not with sorrow, but with gain
Shoot the darts right in the arrows
And let begin the pain!

Pain, pleasure and love
All in this amplified hole
Called soul.

segunda-feira, abril 05, 2010

Vive




É, a gente vive
Anda, faz e acontece
Sem esquecer das pessoas importantes, marcantes
Que em horas inusitadas, aparecem
Aquelas, que a gente leva pra vida toda
Que estão alí não por ser boas ou más, só pessoas
Aliás, não 'só' pessoas, vidas que colidem.

É, a gente vive
Corre, tropeça, cai, levanta e não perde a corrida
Às vezes fica aquela ferida
Que olha e dá aquela imagem sofrida
Mas e antes das quedas, e o suor?
O sangue vibrando, a vida acontecendo, o ar entrando no pulmão.

É, a gente vive
Gosta, desgosta e enrola a ação do amor
É, aquele que nos dá senso de dual-unidade
Vem depois da paixão, passando pela amizade
Chega e nos invade,
Nos mostrando o quanto podemos ser pequenos e grandes ao mesmo tempo
E falando no tempo, ele passa e o amor não
Fica ali, gravado no peito, no coração
Quem já sentiu sabe o valor.

É, a gente vive
Se despedaça e recompõe
Vem como vapor
Se dissolve em lágrimas e endurece como gelo
Tudo na mesma hora
E ninguém mais sabe o que é frio ou calor
Ferve o sangue, suor gélido
Palidez de não estar com quem se ama
Parece bobo, mas quem reclama, sabe viver

É, a gente vive
Como corpos e balas em um tiroteio livre.


"Correr é um valor mas conforme for tenho uma na agulha e mais cinco no tambor."
Fórmula Mágica da Paz - Racionais

segunda-feira, março 08, 2010

Dia Internacional da Mulher (todo dia)

Olá a todas as mulheres que estão aí em todo lugar, que fazem parte da minha vida.
O poema de hoje é sobre vocês e tem aspectos pessoais. À da minha vida há de saber.



Todo Dia

"Todo dia eu tento te encontrar
Todo dia você está lá
Longe ou perto
Me aturando, me criando, me amando, trabalhando
Por si e por ser
Mulher de fibra e sede de vencer

Todo dia eu te atento
Além de trazer-lhe chagas pra curar, trago alento
Pois vejo em você a imagem da companheira companhia
Que ameniza na vida a agonia, que me esquenta em noite fria

Todo dia você me beija
Mesmo depois dos meus erros, a boca almeja o carinho
Devagarinho, vou tentando não ferir tão bela rosa
Que mesmo espinhosa em tempos, tem um aroma tão bom.

Todo dia voc me faz ver
Todo dia você molha meus olhos
Todo dia é o amor por você
Todo dia é paixão saindo dos poros

Todo dia é pra você mulher, todo dia!"



Todo dia eu te amo.

sábado, março 06, 2010

Humano Futuro do Imprefeito


Como posso ser visto como não sou?
Errei um monte de vezes antes, mas quem não errou
Acompanho passos e aperfeiçoo o meu
Quero ser lembrado como o que frutificou, não o que pereceu.

E não! Não sou filisteu!
Se grito é pq sinto, se falo, é porque penso
e penso no melhor apesar de todods os fardos e baixas
O que me faz crescer é essa vontade de traçar a rota de caça e vitória

Se cair, do chão não passa e se levantar o céu tá logo alí
Nunca perdi a chance de andar e pular
Nunca perdi a chance de amar
Nunca perdi a chance viver o que quis

Minhas imperfeições moldadas são daqui praí
Meu modo de pensar emoldurado se fez pra refletir

Nem novo nem velho
Apenas vivo!

sexta-feira, fevereiro 12, 2010


.


Hoje parte de mim é calmaria
E a outra é desespero.

Se pudesse,
Saltaria.

Não do alto
mas dentro.

O primeiro passo
Foi dado

Coração amassado
É só o começo.

Chuva Seca

O barro secou.
Por dentro tudo corrói
Mas depois vai vir a chuva
enfatizar o que fez o sol

Entre a fome e a sede o pecado se instala
Cheiro de sangue e morte que o sertão exala

Mas depois vai virar mar
Pois a chuva não vem pra limpar, e sim pra aniquilar

Chove chuva!
Pois além da miséria
O povo tá cansado
Dessa vida suja!
Tão grave!
Tão Séria.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Bi Olorun Ba Fe

Minhas mãos estão cansadas...

Eu toco e não sou visto pelo meu toque
Eu falo e não sou visto pela minha voz

No presente momento estou presente, entregue.
                                  "Quando cair, Olorum, me carregue."

.

Faço permanecer minha impressão
Faço por mim, e quem, antes de mim, veio
Nas veias tenho vontade anseio.

Anseio de alegria, batalha, alforria
Alforria da imagem que me aprisona a quem não me vê ou meu feitos
Essas são as verdadeiras chibatadas que doem
É, o sangue escorre.

Se for pra me acompanhar, não me julgue
Não diga que meu caminhar é inútil
Não diga que minha força é fútil!

As lágrimas dessas palavras saem amargas
Pois quem fez sangrá-las por aqui
É a mesma quem me fez amá-las.

.

E com ou sem forças, vou continuar
Pois cansei de me apegar a pessoas que não querem ver o brilhar
E se querem, desviam o caminho antes dele terminar.


Bi Olorun Ba fè!

Nó na Garganta

Eu?
Mero mortal
Não tão normal
Mas vivo

Todos os dia olho no espelho e vejo quem sou
Produto do meio e absorção de mim mesmo

Sei quem sou e o que posso vir a ser
E caminho com um rumo
pegando o que posso colher
dos vinhos de lá do fundo

Em constante mudança interna
Ternura de quem me acompanha
Brilho do suor na testa
Sol que esquenta a terra.

Não sou o bastante
Nunca fui
Pretendo não ser
Pra de repente bastar e morrer

Sempre mais.

...
Corro atrás.
E quem não correu?
Meu destino é meu e dos outros
Que estejam comigo ou não
Mas que nada nasça natimorto!

Falta ar, Falta sangue, Falta fala
Mas a boca não cala
Nem o sangue pára
E o vento passa

Se fores ver, nada foi em vão
Se quiseres ir sem saber, entenderei o não
Mas se desistir é ser forte
O mundo todo é, pois caminha p'ra morte
Novo caminho, norteado pelo desatino

Não faço questão de vencer
Só não quero ser um rastro de algo que não fui.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

O Garoto Cósmico

Do tipo que anda devagar e depressa
Sem pressa de ser eu mesmo
Corro contra um tempo
Que quase sempre cessa

Mas que tipo de mundo é esse?
Jeito eu não levo

O que carrego é o meu ser, não um corpo.

Grito! Não estou morto
E se amo, amo mesmo
Mas aos outros e a mim

Se não vê amor, é por que o ego cegou...

...Ou eu que sou invisível?

.

quarta-feira, janeiro 20, 2010

Letrofagismo


Livros, livros
Comer livros!
Pessoas, seres vivos
No papel da mente, livres

E a donzela do teu lado
Acariciando teus lábios.

Nem herói nem vilão és
Só leitor, de realidade e ficção
Ah! impressão

Impress.