Como o vento que passa por entre as frestas do mundo, vazio, cheio, profundo...
sexta-feira, setembro 16, 2011
sexta-feira, julho 15, 2011
Mãos para o Alto
Sempre de punhos cerrados
Fechados para qualquer má intenção
Mal da nossa vivência de outrora,
Mal da nossa civilização.
O peso do ódio insiste em voltar
Cravando no peito a maldade no olhar.
Olhar de quem não vê a esperança
Olhar quem só vê crime e matança!
Ergam as mão para o alto
E tentem de novo enxergar a luz
Pra caminhar com cuidado
E conseguir chegar com a vitória do lado!
Somos filhos do bem e do mal
Está dentro de nós essas forças primais
Mas a nossa sabedoria
É o que distingue entre grandiosos ou banais
Fechados para qualquer má intenção
Mal da nossa vivência de outrora,
Mal da nossa civilização.
O peso do ódio insiste em voltar
Cravando no peito a maldade no olhar.
Olhar de quem não vê a esperança
Olhar quem só vê crime e matança!
Ergam as mão para o alto
E tentem de novo enxergar a luz
Pra caminhar com cuidado
E conseguir chegar com a vitória do lado!
Somos filhos do bem e do mal
Está dentro de nós essas forças primais
Mas a nossa sabedoria
É o que distingue entre grandiosos ou banais
Ergam as mão para o alto
E tentem de novo enxergar a luz
Pra caminhar com cuidado
E conseguir chegar com a vitória do lado!
Ergam!!!
segunda-feira, maio 23, 2011
Eu Luto!
quinta-feira, abril 28, 2011
E eu Que Luto contra Os Meus Defeitos
"...Não havia mais jeito de consertar,
Senão por tirar essa dor do peito,
Entender que meu erro fez você me odiar." (CMTN)
Senão por tirar essa dor do peito,
Entender que meu erro fez você me odiar." (CMTN)
E assim começa a loucura.
Loucura de saber que é repleto de impulsos e defeitos que te fazem cair, se machucando e machucando que segura na tua mão. Que errei, errei. Ninguém pode consertar a não ser eu. E na penumbra dos pensamentos vem o medo de tudo que possa te mostrar fraco o te fazer ser mau visto. Boa vista é um defeito de quase todos que vivem e pensam. Tudo na vida tem ciclo, tudo na vida é aroma bom e espinho. Sangrando, sentindo, chorando, amando, sofrendo, ruindo, partindo, voltando, cantando, calando... Tudo vai seguindo. Pra mal ou bem nunca sabemos, mas sabemos que até não fazer bem, vem muita coisa. Tanta coisa que me deixa sem fôlego. O problema de se importar com tudo isso é não querer fazer sofrer e acabar fazendo sofrer por impulso. A inércia mata. Pra bem ou pra mal. Tento entender como a natyureza humana é tão real, tão cheia de inteligência e tanta burrice ao mesmo tempo. Eu já fui e ainda sou muito burro, tapado, dissimulado e infantil. O que dói mais nisso é tentar esconder pra fazer bem pra não mostrar e fazer mal. E o coração? Ah!!!! O coração grita sabendo de quem é, ao mesmo tempo que o cérebro cala nas dúvidas, medos e mesquinharias do que existe na mente. É, me decidi, não presto mesmo. Faço muita besteira.
Abiodun (R.I.P)
domingo, março 20, 2011
Televators - The Mars Volta
Uma música triste... E linda
Televators
Assim que tocou
O chão,
Baixaram um reboque que como um gancho agarrou em suas gelras.
Fragmentos de títulos
Desvende este enigma:
Três córneas mordidas
Que caíram no local
Rondam o chão
Rondam o chão
Você deveria ter visto
A maldição que passou por perto
Uma folha de concreto
Manchou o andar manco com muleta
Auto da fé
Um traço de vermelho nos capilares
Só este corpo definhado
Como uma meia lua, escapou
A casa na metade do caminho
Caiu vazia com dentes
Que partiram seus lábios
Grave estas palavras
Um dia este giz vai circular a cidade
Será que ele foi roubado do asfalto que acolchoou seu rosto
Um charlatão disfarçado escondeu-se num cofre
Ronda o chão
Ronda o chão
Você deveria ter visto
A maldição que passou por perto
Uma folha de concreto
Manchou o andar manco com muleta
Auto da fé
Um traço de vermelho nos capilares
Só este corpo definhado
Como uma meia lua, escapou
Puxe os alfinetes
Salve sua graça
Grave estas palavras
Em sua lápide
Puxe os alfinetes
Salve sua graça
Grave estas palavras
Em sua lápide
Puxe os alfinetes
Salve sua graça
Grave estas palavras
Em sua lápide
Você deveria ter visto
A maldição que passou por perto
Uma folha de concreto
Manchou o andar manco com muleta
Auto da fé
Um traço de vermelho nos capilares
Todo mundo sabe que os dedos serão
Sempre os mais frios
terça-feira, março 08, 2011
Mulheres
E nesse dia que todos comemoram, quero lembrar que todo dia é dia de vocês pra quem as amam!
Minhas eternas musas.
Feliz dia internacional da mulher!
Minhas eternas musas.
Feliz dia internacional da mulher!
terça-feira, março 01, 2011
E Você Sabe Que Te Quero
O corpo vibra e começa a agir por conta própria,
Instinto primitivo e voraz
Prova viva do que sinto
ao tentar te devorar
De dentro pra fora
Hoje, agora
Pra dizer que te quero
Nua e suada,
Como a lua em noite enebriada... De prazer.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
sábado, fevereiro 05, 2011
Cantar!
Ah! O meu cantar...
Não deixa ele ir embora!
É minha vida, minha energia, minha aurora
Boreal ou não, cobre e salta as veias da garganta,
Libertando de minha toda essa engraçada ânsia
Que faz todo o ar dos pensamentos saírem soltos
Pra aquietar tanto sufoco!
Foto: HisteriaH(minha banda) tocando no Bar do Porto - São Luís /MA
sábado, janeiro 22, 2011
sábado, janeiro 08, 2011
Feel So Good
"Sensação boa,
Eu viajei até outra atmosfera
E cada suspiro
Que eu dou torna mais claro
Eu estou segurando o céu em minhas
mãos.
É automático, baby."
(Feel So Good - Jamiroquai)
domingo, dezembro 19, 2010
Preces
Que tudo melhore.
Que eu e os que estão ao meu redor fiquem bem.
Que nada seja maior que o amor.
Que venham tardes serenas e chuvosas.
Que minha voz seja ouvida.
Que minha paixão pela vida não se acabe.
Que a vida seja vivida.
Que as dificuldades sejam vencidas.
Que o cansaço seja insignificante.
Que o ânimo seja o bastante para mudar o mundo.
Que cada batalha seja bem aproveitada e vencida.
Que meus ancestrais me dêem força pra seguir meu caminho.
Que todos tenham isso.
E que a luz em nosso peito seja vista para que nossos semelhantes se aproximem de nós e nos fortaleçam juntos.
sábado, dezembro 18, 2010
Agonia de Fim de Ano
Nunca pensei que fosse terminar esse ano tão angustiado... Tudo o que eu digo ou faço nunca parece importar, a única coisa que sempre importa, são as "provinhas" de que eu não presto ou não quero prestar.
Quem nunca ficou doente e se recuperou? Quem nunca foi até a esquina conversar com amigos só porque a noite está monótona? Quem nunca comeu camarão estragado? Quem nunca quis simplesmente ficar numa boa?
ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
E é só isso né? Que se foda o amor e a vontade de seguir em frente?
Que diabos quer de mim?!
Fui alguém ruim antes daqui, só pode.
Quem nunca ficou doente e se recuperou? Quem nunca foi até a esquina conversar com amigos só porque a noite está monótona? Quem nunca comeu camarão estragado? Quem nunca quis simplesmente ficar numa boa?
ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!
E é só isso né? Que se foda o amor e a vontade de seguir em frente?
Que diabos quer de mim?!
Fui alguém ruim antes daqui, só pode.
quinta-feira, dezembro 02, 2010
Os Pequenos Sussurros, Os Pequenos Sonhos
terça-feira, novembro 23, 2010
Relembrando
Contudo, dia 20 dia da Consciência Negra e dia 22 aniversário da Revolta da Chibata, então:
POWER TO THE BLACK COMMUNITY!
POWER TO THE PEOPLE!
NO MORE RACISM!
SHOW YOUR FIST!
POWER TO THE BLACK COMMUNITY!
POWER TO THE PEOPLE!
NO MORE RACISM!
SHOW YOUR FIST!
Break Stuff
sexta-feira, novembro 19, 2010
A man is just a man
Nunca tive medo de cair
Já tive medo de não ter vontade de levantar
Nunca tive raiva sem razão
Já tive medo de ter agredido alguém sem ter um porque
Nunca tive medo de seguir em frente
Já fiquei apavorado em ter os pés virados pra trás
Nunca tive medo de ser quem sou
Já tive medo de não exercer minha identidade
Nunca vou ser mais homem que nenhum
Mas sou eu mesmo sempre!
Na foto: Breno Hemp e eu cantando na Radio X FM, banda de Ska/Dub/Reggae/Hardcore/Blues/Explosion!
Foto tirada no evento Reggae Social, feito pelo pessoal de Serviço Social da UFMA.
terça-feira, novembro 09, 2010
The Dreadful Hours - As Horas Complicadas.
De tempos em tempos venho me sentindo consumido por um sentimento de angústia e grito. Caminho todo dia, pra todos os lados. Salto, descanso, corro e até me arrasto nessa vida em que você serve pra viver e vive pra servir. Se não servir de nada ou servir, mas só pra si, pra sua paz, é o mesmo que não servir. Minha vida é a música, meus planos são canções. Prefiro começá-las lentas e fazer da minha composição algo que demonstrará a minha força interior. Só que enquanto essa música se compõe, nem de perto os olhos aflitos vêem e isso me causa aflição e dor! Dói fazer a vida valer a pena e te verem como pessoa que não liga pra isso. Se esforçar, gritar, mesmo que rouco de outras músicas, e ser visto como sussurrante. Apatias de marchas fúnebres, tenho um monte na coleção de músicas, mas hoje queria compor um hardcore com letras autruistas. Percebi que o grande lance é fazer um thrash mandando o mundo pra ponte que caiu! Não sou nenhum homem de sucesso, mas tenho dignidade de tropeçar, cair, levantar e continuar caminhando sem querer ser mais que ninguém, só eu mesmo, pois só posso ser melhor do que eu!
Desabafo regado a My Dying Bride - The Dreadful Hours, e muitas lágrimas de raiva e indignação.
"Mother will you take me down?
I have become so afraid
Mother please, please take me down
Sorry, your boy is not brave
Child just hold on. Night will soon be gone
Sleep if you can. But watch your father's hand"
Abraços.
segunda-feira, outubro 04, 2010
Athaliba e a Firma - Política
Por conta da indignação, tenho algo que já disseram na música a seguir a dizer^^.
Segue aí a música e a letra.
Com vocês, Athaliba e a Firma - Política
Segue aí a música e a letra.
Com vocês, Athaliba e a Firma - Política
Nossa vida mais e mais ficando crítica
Basta olhar que você vê que a vida cívica
Deteriora tanto quanto a coisa pública
Quanto choro, quanta fome, quanta suplica
Quanto nojo de saber que gente estúpida
De mamatas vão vivendo na república
Joga o jogo de enganar postura física
De enganar figura lá postura cênica
Vem política estúpida e anêmica
Vem política raquítica, cínica
Choque vai, inflação vem de forma cíclica
Nem precisa consultar a estatística
Pois de fato a gente sente a vida rústica
Que não há como mudar o tom da música
Pois vai mudar, vai melhorar, vai ficar nítida
Sua alegria de viver será explícita
Nos palanques bem montados, boa acústica
São patéticas promessas de política
De política em política (3x)
Essa política gerando gente cínica
povo mais cada vez ficando cético
Gabiru será um dia milimétrico
São escândalos, processos quilométricos
São seqüestros, falcatruas sem inquéritos
Ser parente se promove pelo mérito
Superfaturada a compra, coisa ilícita
Divulgado o resultado da balística
Só se tinha um tiro certo para o céfalo
Deram dois na inflação, efeito ínfimo
Galopante volta a fera, segue o ritmo
Qual doença degradando o corpo aidético
Então o político declara ser o médico
Diagnostica que a cura é pelo empréstimo
Com certeza vai querer morder o dízimo
E ao problema ele receita um analgésico
E toda verba vai pro bolso dos corruptos
E todo o povo ajoelhado ante o púlpito
Ora a deus, pede luz para o facínora
Encarnado na figura do publícola
Avanço no futuro, cibernética
Com videogame, disc-laser, informática
Mili-dados vão na fita magnética
E essa política atrasando o sul da América
Demagogia se tornando vida prática
Recessão na economia mais estática
A gente não sabemos nem uma gramática
E na saúde como a coisa está dramática
Se ganho vinte: noves-fora, matemática
Lá vai imposto numa construção lunática
Teve debate na TV caiu na sátira
Lobbies lobos lambem lá de forma sádica
Outros bobos querem resolver na mágica
Alguns acharam a solução compondo máximas
Outros já preferem agir de forma tácita
E tudo via se aprofundando na retórica
E de política o povo está com cólicas
E vai levando na sua vidinha módica
Quando o que dá risadas, sente cócegas
Do salário de miséria, coisa cômica
Parlamentarismo, monarquia ou republica
Muda o nome e terão todos forma única
Se não mudar a mentalidade lúdica,
modo de se encarar a coisa pública
Enquanto isso a esperança mais umbrícola
Secando a roupa no varal ainda úmida
sol batendo numa gota d'água fúlgida,
Que será de nós e de nosso habitat ...
Suando as mãos nós limparemos a política
A inflação é conseqüência desse cólera
E todo mal que nos assola é uma alíquota
Cujo montante principal é a política
Essa política sem lógica, sem nexo
Essa política do próprio paradoxo
Essa política larica mais que tóxico
Essa política do fight bem no plexo
Essa política que não respeita sexo
Essa política perdida em circunflexo
Essa política mentiras em anexo
Essa política do choque heterodoxo
Basta olhar que você vê que a vida cívica
Deteriora tanto quanto a coisa pública
Quanto choro, quanta fome, quanta suplica
Quanto nojo de saber que gente estúpida
De mamatas vão vivendo na república
Joga o jogo de enganar postura física
De enganar figura lá postura cênica
Vem política estúpida e anêmica
Vem política raquítica, cínica
Choque vai, inflação vem de forma cíclica
Nem precisa consultar a estatística
Pois de fato a gente sente a vida rústica
Que não há como mudar o tom da música
Pois vai mudar, vai melhorar, vai ficar nítida
Sua alegria de viver será explícita
Nos palanques bem montados, boa acústica
São patéticas promessas de política
De política em política (3x)
Essa política gerando gente cínica
povo mais cada vez ficando cético
Gabiru será um dia milimétrico
São escândalos, processos quilométricos
São seqüestros, falcatruas sem inquéritos
Ser parente se promove pelo mérito
Superfaturada a compra, coisa ilícita
Divulgado o resultado da balística
Só se tinha um tiro certo para o céfalo
Deram dois na inflação, efeito ínfimo
Galopante volta a fera, segue o ritmo
Qual doença degradando o corpo aidético
Então o político declara ser o médico
Diagnostica que a cura é pelo empréstimo
Com certeza vai querer morder o dízimo
E ao problema ele receita um analgésico
E toda verba vai pro bolso dos corruptos
E todo o povo ajoelhado ante o púlpito
Ora a deus, pede luz para o facínora
Encarnado na figura do publícola
Avanço no futuro, cibernética
Com videogame, disc-laser, informática
Mili-dados vão na fita magnética
E essa política atrasando o sul da América
Demagogia se tornando vida prática
Recessão na economia mais estática
A gente não sabemos nem uma gramática
E na saúde como a coisa está dramática
Se ganho vinte: noves-fora, matemática
Lá vai imposto numa construção lunática
Teve debate na TV caiu na sátira
Lobbies lobos lambem lá de forma sádica
Outros bobos querem resolver na mágica
Alguns acharam a solução compondo máximas
Outros já preferem agir de forma tácita
E tudo via se aprofundando na retórica
E de política o povo está com cólicas
E vai levando na sua vidinha módica
Quando o que dá risadas, sente cócegas
Do salário de miséria, coisa cômica
Parlamentarismo, monarquia ou republica
Muda o nome e terão todos forma única
Se não mudar a mentalidade lúdica,
modo de se encarar a coisa pública
Enquanto isso a esperança mais umbrícola
Secando a roupa no varal ainda úmida
sol batendo numa gota d'água fúlgida,
Que será de nós e de nosso habitat ...
Suando as mãos nós limparemos a política
A inflação é conseqüência desse cólera
E todo mal que nos assola é uma alíquota
Cujo montante principal é a política
Essa política sem lógica, sem nexo
Essa política do próprio paradoxo
Essa política larica mais que tóxico
Essa política do fight bem no plexo
Essa política que não respeita sexo
Essa política perdida em circunflexo
Essa política mentiras em anexo
Essa política do choque heterodoxo
Tudo Acaba em Pó!
É, aqui no Maranhão e no Brasil mais um período eleitoral chegando ao fim e o fim de uma construção também.Dizem que aqui existe democracia, mas só se for a forçada mesmo. Não dá vontade nem de votar, não dá vontade pra nada, só dá vontade de jogar enxurradas de coquetéis molotovs em todos os malditos corruptos. Aqui em terra de Sarney a filha cheiradora de pó ganhou com as urnas compradas dos interiores ignorantes e ainda teve ajuda dos que tem informação mas não usam a cabeça pra pensar em mais 4 anos de atraso depois de um império construído a base de desvios por 45 anos de história da família. Já diria Athaliba e a Firma: "Essa política larica mais que tóxico!"
É Maranhão, do pó fugistes e ao pó pelo jeito não escaparás!
Tudo acaba em Arrocha!
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