Como o vento que passa por entre as frestas do mundo, vazio, cheio, profundo...
sábado, março 06, 2010
Humano Futuro do Imprefeito
Como posso ser visto como não sou?
Errei um monte de vezes antes, mas quem não errou
Acompanho passos e aperfeiçoo o meu
Quero ser lembrado como o que frutificou, não o que pereceu.
E não! Não sou filisteu!
Se grito é pq sinto, se falo, é porque penso
e penso no melhor apesar de todods os fardos e baixas
O que me faz crescer é essa vontade de traçar a rota de caça e vitória
Se cair, do chão não passa e se levantar o céu tá logo alí
Nunca perdi a chance de andar e pular
Nunca perdi a chance de amar
Nunca perdi a chance viver o que quis
Minhas imperfeições moldadas são daqui praí
Meu modo de pensar emoldurado se fez pra refletir
Nem novo nem velho
Apenas vivo!
segunda-feira, março 01, 2010
O Selo
Oba, tô aqui, mas não estou. Toda vez que vejo esse selinho pequeno e vejo que alguém nesse mundo vritual sente algo por minhas palavras, não pelo que escrevo mas pelo que pode ser ou é passado para, me sinto lisongeado. Tenho coisas que faço por puro prazer e impulso. Uma delas é escrever, as outras são ajudar, cantar, sentir, viver, falar, andar, amar, comunicar. Existem outras, inconscientes, mas não preciso descrever, quem me conhece, sabe(é, eu me conheço).
O lisongeio que isso, essa forma de falar singelamente que minhas palavras tocam de algum jeito, me fazem, de certa forma, flutuar em minha mente. Não há nada mais prazeroso, em alguns aspectos, que ser reconhecido, e principalmente por quem já te viu aprendendo a andar! Que mundo digital f.d.p! Nunca me senti tão estranho e tão agradecido por saber que esse nosso novo mundo digital conecta tempos. Tempos de onde podemos surgir e tempos onde podemos sumir. O que apareceu hoje, em periodos conturbados, é para mim uma chance de escrever mais e mais e conhecer mais e mais tudo. Mínima iniciativa, máxima consideração. A máquina do bem funciona assim.
Valeu Preta!
e aqui vai.
Selo a mim presenteado por Camilla
Assim como essa moça que me viu pirralho, resolvi que devo continuar a presentear os blogs que leio e sinto vontade de presentear como ela me presenteou(se pudesse presentearia ela, mas ela já fez isso antes, aí quebrou as pernas^^). Postarei aqui 7 blogs que presenteio com isto, esse ìcone de consideração(lembrando que continuo tendo a mesma consideração a todos), e colocarei 7 coisas que vocês talvez saibam sobre esse ser que vos escreve.
Sobre mim:
- Por conta da minha vagarosidade, às vezes não entendo conversas. Me dizem que observo demais, e por isso talvez haja uma sobrecarga de impressões e abssorções.
- Meu carinho é psicopata, persegue e não tem razão. Já me fizeram muito mal e ao mesmo tempo me fizeram muito bem. Entendendo como o ser humano é, tento tira o que existe de melhor e continuar com aquela impressão. Se de alguma forma alguém me trouxe um bem vivenciável, é isso que eu levo.
- Durmo pra sonhar e quando sonho, tento durmir de novo para permanecer lá. Adoro sonhar um vôo ou uma aventura em alto mar. Já sonhei muitas vezes ser um pirata que rouba princesas e as ajuda a ver o mundo e os plebeus como iguais.
- Tenho mania de ensinar boas maneiras(a partir dos meus pressupostos familiares), mas boas maneiras que não sejam o padrão europeu-eurocêntrico que vivemos hoje. Não é feio andar "à vontade" perto de quem se sente à vontade com isso.
- Sou um ultraromântico do século dos "X"(chapados pela banalização), ou seja, não banalizo o que é primordial para mim: o amor. E com certeza odeio quem não sabe dar valor a isso, seja familiarmente, socialmente ou conjugalmente. Somos imperfeitos como o mundo e somos tão capazes de mudar ele quanto o amor.
- Sou esperançoso, aguardo sempre pelo melhor. Pensando no pior que pode vir, mas aguardando e clamando a chance do mundo e da situação melhor. Pessimistamente otimista.
- Minha humildade me deixa crescer. Não consigo ser ganancioso. Gosto de crescer, mas vagarosamente e sem pisar em ninguém. Conheço minhas habilidades, mas não as uso para subir e sim para crescer.
É, nem sei se é isso, mas é isso aí.
Segue a lista de 7 blogs de pessoas que eu tiro o chapéu (:
http://produtosocial.blogspot.com/
Luciana:
http://luhzinha21.blogspot.com/
Flor:
http://umdiariodeborboleta.blogspot.com/
Marcos:
http://secosarcasticosimpatico.blogspot.com/
Edla:
http://instantesdesingelezas.blogspot.com/
Suhelen:
http://prosapresa.blogspot.com/
Heron:
http://jovemplebeu.blogspot.com/
A vocês agradeço leituras virtuais muito legais.
E tipo, enjoy it!
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Until You Come Back To Me

Hoje mudarei um pouco o layout do blog, sem poesia minha, mas uma lírica de Aretha Franklin que me tocou pelas coisas que estou passando. O grande mestre Steve Wonder também já fez essa música. A pouco tempo ouvi essa música pela voz de uma garota muito iluminada, chamada Dionne Bromfield. A música é feita de amor, e sim eu amo.
Until You Come Back To Me
"E isso que eu vou sempre fazer, pois te amo, incondicionalmente, e não abro mão de estar ao seu lado, de te mostrar todo o meu carinho por você, meu amor." Abiodun A. O. Ogunbiyi
| Though you don't call anymore | Pensei que você não ligaria mais | |||
| I sit and wait in vain | Eu sento e espero em vão | |||
| I guess I'll rap on your door | Acho que eu vou bater em sua porta | |||
| Tap on your window pane | Tocar no painel da sua janela | |||
| I want to tell you Baby | Eu quero contar à você, querida | |||
| The changes I've been going through | As mudanças que eu tenho atravessado | |||
| Missing you. | Sentindo sua falta | |||
| Listen you | Escutar você. | |||
| 'till you come back to me | Até você voltar para mim | |||
| That's what I'm gonna do | Isso é o que vou fazer | |||
| Why did you have to decide? | Por que você tinha que decidir? | |||
| You had to set me free | Você tinha de me libertar | |||
| I'm gonna swallow my pride | Vou engolir meu orgulho | |||
| I'm gonna beg you to (please baby please) see me | Eu vou te implorar (por favor, baby, por favor)veja-me | |||
| I'm gonna walk by meself | Eu vou andar por mim mesmo | |||
| Just to prove that my love is true | Apenas pra provar que meu amor é verdadeiro | |||
| Oh, for you baby | Oh, por você querida | |||
| 'till you come back to me | Até você voltar para mim | |||
| That's what I'm gonna do | Isso é o que vou fazer | |||
| Living for you my dear | Vivendo por você, minha querida | |||
| Is like living in a world of constant fear | É como viver em um mundo de medo constante | |||
| In my please, I've got to make you see | Em meu pedido, eu tenho que fazer você ver | |||
| That our love is dying | Que nosso amor está morrendo | |||
| Although your phone you ignore | Apesar de seu telefone, você ignorar | |||
| Somehow I must explain | De alguma maneira eu devo explicar | |||
| I'm gonna rap on your door | Estou indo bater em sua porta | |||
| Tap on your window pane | Tocar no painel da sua janela | |||
| I'm gonna camp on your step | Estou indo acompanhar seus passos | |||
| Until I get through to you | Até eu chegar até você | |||
| I've got to change your view baby | Eu tenho que mudar a sua visão, baby | |||
| 'till you come back to me | Até você voltar pra mim | |||
| That's what I'm gonna do | Isso é o que eu vou fazer | |||
sábado, fevereiro 20, 2010
Amante Errante

Errante
E mesmo assim
Inconstante
Andando e pensando
Constante movimento
Sei, erro
Mas também acerto
Tenho pontos
Tenho reticências
Essências de mim
Como você é exclamação
Se procurar, não tão fundo
Mas em todo lugar
Vai encontrar meu coração
Com o teu cheiro
A tua pele
O teu Beijo
A tua face
O teu desejo
A minha vontade
E que tu percebas isso
Vou ser sempre teu
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Flores
Flores,
Flores amarelas, vermelhas, brancas, laranjas
Todas essas que ficam radiantes diante de uma moça linda
Sejam quais cores forem.
Quero todas elas, todas, só pra dar ao meu amor.
Flores amarelas, vermelhas, brancas, laranjas
Todas essas que ficam radiantes diante de uma moça linda
Sejam quais cores forem.
Quero todas elas, todas, só pra dar ao meu amor.
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Chuva Seca
O barro secou.
Por dentro tudo corrói
Mas depois vai vir a chuva
enfatizar o que fez o sol
Entre a fome e a sede o pecado se instala
Cheiro de sangue e morte que o sertão exala
Mas depois vai virar mar
Pois a chuva não vem pra limpar, e sim pra aniquilar
Chove chuva!
Pois além da miséria
O povo tá cansado
Dessa vida suja!
Tão grave!
Tão Séria.
Por dentro tudo corrói
Mas depois vai vir a chuva
enfatizar o que fez o sol
Entre a fome e a sede o pecado se instala
Cheiro de sangue e morte que o sertão exala
Mas depois vai virar mar
Pois a chuva não vem pra limpar, e sim pra aniquilar
Chove chuva!
Pois além da miséria
O povo tá cansado
Dessa vida suja!
Tão grave!
Tão Séria.
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Bi Olorun Ba Fe
Minhas mãos estão cansadas...
Eu toco e não sou visto pelo meu toque
Eu falo e não sou visto pela minha voz
No presente momento estou presente, entregue.
"Quando cair, Olorum, me carregue."
.
Faço permanecer minha impressão
Faço por mim, e quem, antes de mim, veio
Nas veias tenho vontade anseio.
Anseio de alegria, batalha, alforria
Alforria da imagem que me aprisona a quem não me vê ou meu feitos
Essas são as verdadeiras chibatadas que doem
É, o sangue escorre.
Se for pra me acompanhar, não me julgue
Não diga que meu caminhar é inútil
Não diga que minha força é fútil!
As lágrimas dessas palavras saem amargas
Pois quem fez sangrá-las por aqui
É a mesma quem me fez amá-las.
.
E com ou sem forças, vou continuar
Pois cansei de me apegar a pessoas que não querem ver o brilhar
E se querem, desviam o caminho antes dele terminar.
Bi Olorun Ba fè!
Eu toco e não sou visto pelo meu toque
Eu falo e não sou visto pela minha voz
No presente momento estou presente, entregue.
"Quando cair, Olorum, me carregue."
.
Faço permanecer minha impressão
Faço por mim, e quem, antes de mim, veio
Nas veias tenho vontade anseio.
Anseio de alegria, batalha, alforria
Alforria da imagem que me aprisona a quem não me vê ou meu feitos
Essas são as verdadeiras chibatadas que doem
É, o sangue escorre.
Se for pra me acompanhar, não me julgue
Não diga que meu caminhar é inútil
Não diga que minha força é fútil!
As lágrimas dessas palavras saem amargas
Pois quem fez sangrá-las por aqui
É a mesma quem me fez amá-las.
.
E com ou sem forças, vou continuar
Pois cansei de me apegar a pessoas que não querem ver o brilhar
E se querem, desviam o caminho antes dele terminar.
Bi Olorun Ba fè!
Nó na Garganta
Mero mortal
Não tão normal
Mas vivo
Todos os dia olho no espelho e vejo quem sou
Produto do meio e absorção de mim mesmo
Sei quem sou e o que posso vir a ser
E caminho com um rumo
pegando o que posso colher
dos vinhos de lá do fundo
Em constante mudança interna
Ternura de quem me acompanha
Brilho do suor na testa
Sol que esquenta a terra.
Não sou o bastante
Nunca fui
Pretendo não ser
Pra de repente bastar e morrer
Sempre mais.
...
Corro atrás.
E quem não correu?
Meu destino é meu e dos outros
Que estejam comigo ou não
Mas que nada nasça natimorto!
Falta ar, Falta sangue, Falta fala
Mas a boca não cala
Nem o sangue pára
E o vento passa
Se fores ver, nada foi em vão
Se quiseres ir sem saber, entenderei o não
Mas se desistir é ser forte
O mundo todo é, pois caminha p'ra morte
Novo caminho, norteado pelo desatino
Não faço questão de vencer
Só não quero ser um rastro de algo que não fui.
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
O Garoto Cósmico
Do tipo que anda devagar e depressa
Sem pressa de ser eu mesmo
Corro contra um tempo
Que quase sempre cessa
Mas que tipo de mundo é esse?
Jeito eu não levo
O que carrego é o meu ser, não um corpo.
Grito! Não estou morto
E se amo, amo mesmo
Mas aos outros e a mim
Se não vê amor, é por que o ego cegou...
...Ou eu que sou invisível?
.
Sem pressa de ser eu mesmo
Corro contra um tempo
Que quase sempre cessa
Mas que tipo de mundo é esse?
Jeito eu não levo
O que carrego é o meu ser, não um corpo.
Grito! Não estou morto
E se amo, amo mesmo
Mas aos outros e a mim
Se não vê amor, é por que o ego cegou...
...Ou eu que sou invisível?
.
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Clarão Escuro
Como se vê a nulidade?
Ainda não descobri
Encoberta de utilidades
feitas pra não deixarem de coexistir
e Insistir.
Tenho medo do escuro e do clarão.
Tudo poderia ser meio termo
E é o que permeia o espaço
Ermo.
Não-nulo e nulo, anulo a mim mesmo.
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Weather Experience
Tempo ruim é tempo bom
Corro contra ele
Não sei o que foi.
Antes passava longe
Evitava o açoite
Mas vi hoje desde ontem
Que a vida faz ponte
Ando e tento pisar leve
Pois caminho perigoso é grande
É preciso não ser breve
Divagar devagar
P'ra poder literalmente FILOSOFAR.
(Lembrando que filosofar é construir, não deixe o mundo ruir! [no ruim])
Corro contra ele
Não sei o que foi.
Antes passava longe
Evitava o açoite
Mas vi hoje desde ontem
Que a vida faz ponte
Ando e tento pisar leve
Pois caminho perigoso é grande
É preciso não ser breve
Divagar devagar
P'ra poder literalmente FILOSOFAR.
(Lembrando que filosofar é construir, não deixe o mundo ruir! [no ruim])
quinta-feira, janeiro 28, 2010
Pra Sair
Alguém me leva pra sair?
Mas que seja fora de mim
Lugar (in)comum que sou
Out of here, some place in our souls.
Mas que seja fora de mim
Lugar (in)comum que sou
Out of here, some place in our souls.
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Letrofagismo
terça-feira, janeiro 19, 2010
Como Nascem Os Monstros
Era pequena a maldade
contida e estranha
Alimentada parte a parte
Lá nas entranhas
Tamanha Entrada de década
O mundo se acaba, aos poucos
Tragédia após tragédia
Era pequena a triteza
Meio pequenina
Em meio aos meninos e meninas
Que não dividiam nada na mesa
E lá se foi a inocência
Decência? Sem [cê] cadê[ncia] de cá.
Entre mortes e sobrevivências
Se comer mais, vive
Se matar mais, vive
Se tirar mais, vive
mas se morrer, morreu
Como o mundo se move?
com todos no maior "dog eat dog" de todos os tempos.
Monsters Trade Centers, Gerras Civís Estelares,
Malabares do Meio Ambiente.
Se as pessoas boas e manipuladas caírem?
Cada monstro por si.
contida e estranha
Alimentada parte a parte
Lá nas entranhas
Tamanha Entrada de década
O mundo se acaba, aos poucos
Tragédia após tragédia
Era pequena a triteza
Meio pequenina
Em meio aos meninos e meninas
Que não dividiam nada na mesa
E lá se foi a inocência
Decência? Sem [cê] cadê[ncia] de cá.
Entre mortes e sobrevivências
Se comer mais, vive
Se matar mais, vive
Se tirar mais, vive
mas se morrer, morreu
Como o mundo se move?
com todos no maior "dog eat dog" de todos os tempos.
Monsters Trade Centers, Gerras Civís Estelares,
Malabares do Meio Ambiente.
Se as pessoas boas e manipuladas caírem?
Cada monstro por si.
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Não Recebi Gratidão
Sou grato pela minha alma
Calma e revolta.
Sou grato pela minha compaixão
Sem um pingo de misericórdia
Sou grato por ser grato
Mas não recebi gratidão.
Não recebi gratidão.
Calma e revolta.
Sou grato pela minha compaixão
Sem um pingo de misericórdia
Sou grato por ser grato
Mas não recebi gratidão.
Não recebi gratidão.
terça-feira, janeiro 12, 2010
Eco Horizontal
Me peguei olhando o horizonte e nem sei porque
Seria natural fazer isso.
Parecia prolixo,
Demodè,
Aqueronte.
Apronta conosco
Nossa mente
Sem fim
Sufoco
...Oco.
Vagamundo
Quem sabe no fundo
Eu leve jeito pra ser vagabundo.
Não daqueles que vagam moribundos
Mas aqueles vagam nas almas do mundo.
"coração de vagabundo bate na sola do pé."
(ditado popular da malandragem) .
domingo, janeiro 10, 2010
Entrelaços do vôo do Palco
Entrelaços entrelinhados de papéis amaçados
Descalço, vejo tudo do alto
Com pés no chão, mas alados
Um siples salto, da lama ao palco
Arremate do canto
Pranto tanto, de alegria e desespero
Assoberbando o enterro
Da vida como um manto
Somos tantos, querendo gritar,
Pra depois se jogar
E entregar a energia
do público que nos elogia
E essas são as assas
Feitas de mãos
Nos elevam
nos dão chão
Pra cair e levantar Música.
Descalço, vejo tudo do alto
Com pés no chão, mas alados
Um siples salto, da lama ao palco
Arremate do canto
Pranto tanto, de alegria e desespero
Assoberbando o enterro
Da vida como um manto
Somos tantos, querendo gritar,
Pra depois se jogar
E entregar a energia
do público que nos elogia
E essas são as assas
Feitas de mãos
Nos elevam
nos dão chão
Pra cair e levantar Música.
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