Como o vento que passa por entre as frestas do mundo, vazio, cheio, profundo...
sexta-feira, abril 30, 2010
Alimento Amor
Ah! quero viver!
Quero sim, quero amar...
Amor esse que vem com cheiro de mar
Calmo, violento, vasto
Quero voar, como céu sobre
Encoberto com nuvens de desenhos
Cheio de som que a gente ouve
Quando a brisa passa no tempo lento que temos
E é música, ondas, vento e popa
Navega e vai de encontro
Uma alma à outra
E com calmaria ou estrondo
Vida vive, alma come
Alimento Amor, que mata a fome e nunca some.
quinta-feira, abril 29, 2010
Gude
Acordei sonado mas muito bem^^
Tem coisas que realmente só a vida e quem sente explica.
Na próxima postarei sobre um dia muito legal apesar dos percalços.
Fora isso, sonhar com bolas de gudi tbm é algo bem legal.
Lembrei de quando ainda era bem mais novo, ainda vindo para São Luís do Maranhão. Lá em São Bernardo do Campo, nós jogavamos bolinha de gude, divertidamente batendo umas na outras. O tempo de estar lá passou. Vim para a ilha com meus pai e em meio à minha timidez, não falava com muitas pessoas. Mesmo assim, estudando, tinha que me socializar e a primeira coisa foi o jogo de bola de gude. Um detalhe engraçado e marcante foi a fala para os meninos que estavam jogando e a resposta deles.
Eu: - Posso jogar bolinha de gude com vocês?
Eles: - Hum, marquediabéisso?! aqui a gente joga é peteca! chega aí!
Regionalismos e reencontros do universo.
domingo, abril 25, 2010
Colisão
Em torno da mente retorno confuso
Meio muito estranho
real papo de surdo e mudo
queria só saber qual é o plano.
E parece machucar, mas é só impressão
Arisquez, compensamento, imensidão
tudo bem lento
sem vontade de intento
Mas p'ra quê?
Soturno, me durmo
Em mim e nos outros
Não sei o que sinto agora
Mas a angústia no peito é algo profundo
Queria saber como e porquê
mas não é tão possível
talvez no dia que for atingido
no real e derradeiro eixo sangüíneo
Ai que dor no peito!
Saber que ele ainda não é ermo felicita
E complica as chances de sair ileso
Ou então entrar tão coeso
de uma ou outra vida
E bate, chuta, vira
Cascas, ruínas, feridas
Perigo constante, sujas armadilhas
Causando uma estranha extrema revolta e apatia.
Desrtitmia, rápido coração
Rota de colisão.
terça-feira, abril 20, 2010
Soul Fire
Soul Fire brings the Tomorrow,
Not with sorrow, but with gain
Shoot the darts right in the arrows
And let begin the pain!
Pain, pleasure and love
All in this amplified hole
Called soul.
Not with sorrow, but with gain
Shoot the darts right in the arrows
And let begin the pain!
Pain, pleasure and love
All in this amplified hole
Called soul.
sábado, abril 17, 2010
Partes de uma Pós-Crise
Parte I: Da perda da inocência.
Eles não são mais, nós não somos mais, mas ainda tentamos viver sem que a apatia nos pegue de jeito. Beirando a fortaleza e a fraqueza se encontram os sentimentos mais fortes da vida aqui, mas mesmo com estes, tomamos conta do coração como se ele sempre fosse muito frágil mesmo, esquecendo quanta força existe nisso, no coração.
Parte II: Do peito em explosão.
Tenho um recado às pessoas que amam: cuidado com sua caixa toráxica. Em altos e baixos da vida, quando não temos mas já temos aquela certeza que nos leva à pessoa que pode ser a que você vai abraçar antes de dormir quando tiver uns 20 anos à frente daqui. Quando se tem essa importância, só a possibilidade de perda é como uma bomba H no meio do peito.
Parte III: Da redenção e reconhecimento.
Por mais que a vida seja confusa, quando o sentimento de amor e o reconhecimento da pessoa amada vêm a tona, você acorda. Podem ser dias boêmios, noites elétricas, semanas afásicas, não importa, tudo isso vai mudar. O cuidado vem, a resiliência vem, o sol vem. Auto-estímulos sempre funcionam, mas não mais do que uma boa dose de companhia e carinho. E digo algo cabal: Não abandonem isso por nada. Se perder é lindo e se achar também, mas nem sempre existem múltiplos caminhos depois.
Parte IV: Da vontade de viver.
Já diria Ed Motta, "se amar é viver e viver é amar, não deixe pra viver depois". E é por isso que eu amo. E é por isso que o amor faz mudanças. E é por isso que amo demais a pessoa que me acompanha, espiritual e fisicamente.
Que Olorun nos proteja na caminhada rumo à vida junto ao nosso amor.
Bi Olorun Ba fe
quarta-feira, abril 07, 2010
One Love
"... Don't shut your arm in front of any difficulty, 'cause the gratest man in the world died with arms wide open. "
Bob Marley sobre dificuldades na vida e como um Jesus morreu pra demontrar amor.
Não tenho muito contato com a cultura cristã, mas acredito que o fato histórico de um revolucionário que andava na margem da sociedade pregando o amor como deve ser, indiferente de defeitos ou danos que as pessoas marginalizadas naquela época tinham, pra ver que a vida e o amor transformam as pessoas e sucessivamente o mundo.
por isso a raiva, ódio, rancor, negatividade devem ser todos expelidos para que vejamos com clareza a luta real. A luta pelo amor e pela paz.
Hoje eu quero isso mais do que nunca.
segunda-feira, abril 05, 2010
Vive
É, a gente vive
Anda, faz e acontece
Sem esquecer das pessoas importantes, marcantes
Que em horas inusitadas, aparecem
Aquelas, que a gente leva pra vida toda
Que estão alí não por ser boas ou más, só pessoas
Aliás, não 'só' pessoas, vidas que colidem.
É, a gente vive
Corre, tropeça, cai, levanta e não perde a corrida
Às vezes fica aquela ferida
Que olha e dá aquela imagem sofrida
Mas e antes das quedas, e o suor?
O sangue vibrando, a vida acontecendo, o ar entrando no pulmão.
É, a gente vive
Gosta, desgosta e enrola a ação do amor
É, aquele que nos dá senso de dual-unidade
Vem depois da paixão, passando pela amizade
Chega e nos invade,
Nos mostrando o quanto podemos ser pequenos e grandes ao mesmo tempo
E falando no tempo, ele passa e o amor não
Fica ali, gravado no peito, no coração
Quem já sentiu sabe o valor.
É, a gente vive
Se despedaça e recompõe
Vem como vapor
Se dissolve em lágrimas e endurece como gelo
Tudo na mesma hora
E ninguém mais sabe o que é frio ou calor
Ferve o sangue, suor gélido
Palidez de não estar com quem se ama
Parece bobo, mas quem reclama, sabe viver
É, a gente vive
Como corpos e balas em um tiroteio livre.
"Correr é um valor mas conforme for tenho uma na agulha e mais cinco no tambor."
Fórmula Mágica da Paz - Racionais
sexta-feira, abril 02, 2010
Dia de Cão
...
Começou mais um dia de cão
E nem si quantas vezes falei prara senhoras e senhores que me deixassem voar
Porque às vezes não é preciso ser tão enquadrado em fotos
E os focos não tem padrão, estou apenas de passagem
Ninguám me entende mesmo, só o abismo.
Começou mais um dia de cão
E nem si quantas vezes falei prara senhoras e senhores que me deixassem voar
Porque às vezes não é preciso ser tão enquadrado em fotos
E os focos não tem padrão, estou apenas de passagem
Ninguám me entende mesmo, só o abismo.
terça-feira, março 23, 2010
Alpiste
Sabe aquele lance estranho que dá
Bem às vezes
Quando todo mundo tá de olho
E querem ainda ser vozes?
É uma coisa engraçada
Se não fosse triste
Saberem quem você é
E ainda te darem alpiste.
quinta-feira, março 18, 2010
E o Frio
E o frio invade
Essa manhã em que acordo ainda entorpecido pela sensação de prelúdio
Ludibriado pelo pensamento positivo.
Um ponto, uma estranha ferida, mancha
Que mesmo duvidada, assusta
Não sei por quanto tempo, mas arranha
E deixa minha mente em estranha penumbra.
Meu amanhã pode ser neblinado
Eu continuo, e os de trás sumindo
Não sei muito disso
Mas às vezes a vida parece extermínio.
Basta 'tar vivo.
_________________________________________________________________________________
Não muito bem, minha vó - que mesmo eu não tendo muito contato -, se encontra em uma situação de convalescência crítica e com toda certeza isso meche com a nossa cabeça. Aí a gente fica assim, não tão bem.
terça-feira, março 16, 2010
Ciúme
Ontem estava ouvindo umas músicas do Ultrage a Rigor e me dei conta de uma coisa. Mesmo eu sendo um cara calmo e de mente aberta, ME MORDO DE CIÚMES.
Não sei se isso é saudável, até porque a raiva sobe, o corpo esquenta e o pensamento racional se esvai de tal maneira que a gente só sente esse troço estranho e que depois nos dá motivo pra rir de nós mesmos: o ciúme.
É, eu sou humano mesmo.
Não sei se isso é saudável, até porque a raiva sobe, o corpo esquenta e o pensamento racional se esvai de tal maneira que a gente só sente esse troço estranho e que depois nos dá motivo pra rir de nós mesmos: o ciúme.
É, eu sou humano mesmo.
A Raiva
Sabe a raiva?
É, aquela, que invade por algo estranho
Às vezes eu sinto ela
não por querer
mas por ver
o errado
acontecer.
É, aquela, que invade por algo estranho
Às vezes eu sinto ela
não por querer
mas por ver
o errado
acontecer.
segunda-feira, março 08, 2010
Dia Internacional da Mulher (todo dia)
Olá a todas as mulheres que estão aí em todo lugar, que fazem parte da minha vida.
O poema de hoje é sobre vocês e tem aspectos pessoais. À da minha vida há de saber.
Todo Dia
Todo dia é pra você mulher, todo dia!"
Todo dia eu te amo.
O poema de hoje é sobre vocês e tem aspectos pessoais. À da minha vida há de saber.
Todo Dia
"Todo dia eu tento te encontrar
Todo dia você está lá
Longe ou perto
Me aturando, me criando, me amando, trabalhando
Por si e por ser
Mulher de fibra e sede de vencer
Todo dia eu te atento
Além de trazer-lhe chagas pra curar, trago alento
Pois vejo em você a imagem da companheira companhia
Que ameniza na vida a agonia, que me esquenta em noite fria
Todo dia você me beija
Mesmo depois dos meus erros, a boca almeja o carinho
Devagarinho, vou tentando não ferir tão bela rosa
Que mesmo espinhosa em tempos, tem um aroma tão bom.
Todo dia voc me faz ver
Todo dia você molha meus olhos
Todo dia é o amor por você
Todo dia é paixão saindo dos poros
Todo dia eu te amo.
domingo, março 07, 2010

Estava revendo algumas memórias virtuais que ficam pairando pela internet em nossos avatares de comunicação à distância - mesmo que se possa estar perto longe da tela digital - e encontrei algo que mesmo não num estado muito feliz, me fez sorrir. As coisas mais simples e mais ingênuas são as coisas que muitas vezes mais me marcam. Um dia me disseram que é porque essa sensação de ser tocado com o simples é uma sensação que temos desde o nascimento, mas que não é todo dia que acontece, como aquele som do sino do sorveteiro, o tato ao tocar na grama molhada com mãos e pés, o gosto daquele suco de côco que só tinha no Nordestão de sampa e até aquela primeira vez de um beijo em um rio. Tenho algum problema cerebral eu acho, pois mesmo amuado, esqueço de tudo que pode ser ruim só por um carinho verdadeiro, por compaixão física, por pensar no melhor, no amor.
Ela:
Beijo solicitado e embalado, a remessa chegará em breve via SEDEX.
Favor , cuidado com o pacote, produto delicado. Use sem moderação.
O Ministério do Coração adverte : beijar faz bem á saúde.
Favor , cuidado com o pacote, produto delicado. Use sem moderação.
O Ministério do Coração adverte : beijar faz bem á saúde.
mandaram-me isso após eu reclamar um beijo. Isso é simples, e belo.
sábado, março 06, 2010
Humano Futuro do Imprefeito
Como posso ser visto como não sou?
Errei um monte de vezes antes, mas quem não errou
Acompanho passos e aperfeiçoo o meu
Quero ser lembrado como o que frutificou, não o que pereceu.
E não! Não sou filisteu!
Se grito é pq sinto, se falo, é porque penso
e penso no melhor apesar de todods os fardos e baixas
O que me faz crescer é essa vontade de traçar a rota de caça e vitória
Se cair, do chão não passa e se levantar o céu tá logo alí
Nunca perdi a chance de andar e pular
Nunca perdi a chance de amar
Nunca perdi a chance viver o que quis
Minhas imperfeições moldadas são daqui praí
Meu modo de pensar emoldurado se fez pra refletir
Nem novo nem velho
Apenas vivo!
segunda-feira, março 01, 2010
O Selo
Oba, tô aqui, mas não estou. Toda vez que vejo esse selinho pequeno e vejo que alguém nesse mundo vritual sente algo por minhas palavras, não pelo que escrevo mas pelo que pode ser ou é passado para, me sinto lisongeado. Tenho coisas que faço por puro prazer e impulso. Uma delas é escrever, as outras são ajudar, cantar, sentir, viver, falar, andar, amar, comunicar. Existem outras, inconscientes, mas não preciso descrever, quem me conhece, sabe(é, eu me conheço).
O lisongeio que isso, essa forma de falar singelamente que minhas palavras tocam de algum jeito, me fazem, de certa forma, flutuar em minha mente. Não há nada mais prazeroso, em alguns aspectos, que ser reconhecido, e principalmente por quem já te viu aprendendo a andar! Que mundo digital f.d.p! Nunca me senti tão estranho e tão agradecido por saber que esse nosso novo mundo digital conecta tempos. Tempos de onde podemos surgir e tempos onde podemos sumir. O que apareceu hoje, em periodos conturbados, é para mim uma chance de escrever mais e mais e conhecer mais e mais tudo. Mínima iniciativa, máxima consideração. A máquina do bem funciona assim.
Valeu Preta!
e aqui vai.
Selo a mim presenteado por Camilla
Assim como essa moça que me viu pirralho, resolvi que devo continuar a presentear os blogs que leio e sinto vontade de presentear como ela me presenteou(se pudesse presentearia ela, mas ela já fez isso antes, aí quebrou as pernas^^). Postarei aqui 7 blogs que presenteio com isto, esse ìcone de consideração(lembrando que continuo tendo a mesma consideração a todos), e colocarei 7 coisas que vocês talvez saibam sobre esse ser que vos escreve.
Sobre mim:
- Por conta da minha vagarosidade, às vezes não entendo conversas. Me dizem que observo demais, e por isso talvez haja uma sobrecarga de impressões e abssorções.
- Meu carinho é psicopata, persegue e não tem razão. Já me fizeram muito mal e ao mesmo tempo me fizeram muito bem. Entendendo como o ser humano é, tento tira o que existe de melhor e continuar com aquela impressão. Se de alguma forma alguém me trouxe um bem vivenciável, é isso que eu levo.
- Durmo pra sonhar e quando sonho, tento durmir de novo para permanecer lá. Adoro sonhar um vôo ou uma aventura em alto mar. Já sonhei muitas vezes ser um pirata que rouba princesas e as ajuda a ver o mundo e os plebeus como iguais.
- Tenho mania de ensinar boas maneiras(a partir dos meus pressupostos familiares), mas boas maneiras que não sejam o padrão europeu-eurocêntrico que vivemos hoje. Não é feio andar "à vontade" perto de quem se sente à vontade com isso.
- Sou um ultraromântico do século dos "X"(chapados pela banalização), ou seja, não banalizo o que é primordial para mim: o amor. E com certeza odeio quem não sabe dar valor a isso, seja familiarmente, socialmente ou conjugalmente. Somos imperfeitos como o mundo e somos tão capazes de mudar ele quanto o amor.
- Sou esperançoso, aguardo sempre pelo melhor. Pensando no pior que pode vir, mas aguardando e clamando a chance do mundo e da situação melhor. Pessimistamente otimista.
- Minha humildade me deixa crescer. Não consigo ser ganancioso. Gosto de crescer, mas vagarosamente e sem pisar em ninguém. Conheço minhas habilidades, mas não as uso para subir e sim para crescer.
É, nem sei se é isso, mas é isso aí.
Segue a lista de 7 blogs de pessoas que eu tiro o chapéu (:
http://produtosocial.blogspot.com/
Luciana:
http://luhzinha21.blogspot.com/
Flor:
http://umdiariodeborboleta.blogspot.com/
Marcos:
http://secosarcasticosimpatico.blogspot.com/
Edla:
http://instantesdesingelezas.blogspot.com/
Suhelen:
http://prosapresa.blogspot.com/
Heron:
http://jovemplebeu.blogspot.com/
A vocês agradeço leituras virtuais muito legais.
E tipo, enjoy it!
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
Until You Come Back To Me

Hoje mudarei um pouco o layout do blog, sem poesia minha, mas uma lírica de Aretha Franklin que me tocou pelas coisas que estou passando. O grande mestre Steve Wonder também já fez essa música. A pouco tempo ouvi essa música pela voz de uma garota muito iluminada, chamada Dionne Bromfield. A música é feita de amor, e sim eu amo.
Until You Come Back To Me
"E isso que eu vou sempre fazer, pois te amo, incondicionalmente, e não abro mão de estar ao seu lado, de te mostrar todo o meu carinho por você, meu amor." Abiodun A. O. Ogunbiyi
| Though you don't call anymore | Pensei que você não ligaria mais | |||
| I sit and wait in vain | Eu sento e espero em vão | |||
| I guess I'll rap on your door | Acho que eu vou bater em sua porta | |||
| Tap on your window pane | Tocar no painel da sua janela | |||
| I want to tell you Baby | Eu quero contar à você, querida | |||
| The changes I've been going through | As mudanças que eu tenho atravessado | |||
| Missing you. | Sentindo sua falta | |||
| Listen you | Escutar você. | |||
| 'till you come back to me | Até você voltar para mim | |||
| That's what I'm gonna do | Isso é o que vou fazer | |||
| Why did you have to decide? | Por que você tinha que decidir? | |||
| You had to set me free | Você tinha de me libertar | |||
| I'm gonna swallow my pride | Vou engolir meu orgulho | |||
| I'm gonna beg you to (please baby please) see me | Eu vou te implorar (por favor, baby, por favor)veja-me | |||
| I'm gonna walk by meself | Eu vou andar por mim mesmo | |||
| Just to prove that my love is true | Apenas pra provar que meu amor é verdadeiro | |||
| Oh, for you baby | Oh, por você querida | |||
| 'till you come back to me | Até você voltar para mim | |||
| That's what I'm gonna do | Isso é o que vou fazer | |||
| Living for you my dear | Vivendo por você, minha querida | |||
| Is like living in a world of constant fear | É como viver em um mundo de medo constante | |||
| In my please, I've got to make you see | Em meu pedido, eu tenho que fazer você ver | |||
| That our love is dying | Que nosso amor está morrendo | |||
| Although your phone you ignore | Apesar de seu telefone, você ignorar | |||
| Somehow I must explain | De alguma maneira eu devo explicar | |||
| I'm gonna rap on your door | Estou indo bater em sua porta | |||
| Tap on your window pane | Tocar no painel da sua janela | |||
| I'm gonna camp on your step | Estou indo acompanhar seus passos | |||
| Until I get through to you | Até eu chegar até você | |||
| I've got to change your view baby | Eu tenho que mudar a sua visão, baby | |||
| 'till you come back to me | Até você voltar pra mim | |||
| That's what I'm gonna do | Isso é o que eu vou fazer | |||
sábado, fevereiro 20, 2010
Amante Errante

Errante
E mesmo assim
Inconstante
Andando e pensando
Constante movimento
Sei, erro
Mas também acerto
Tenho pontos
Tenho reticências
Essências de mim
Como você é exclamação
Se procurar, não tão fundo
Mas em todo lugar
Vai encontrar meu coração
Com o teu cheiro
A tua pele
O teu Beijo
A tua face
O teu desejo
A minha vontade
E que tu percebas isso
Vou ser sempre teu
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Flores
Flores,
Flores amarelas, vermelhas, brancas, laranjas
Todas essas que ficam radiantes diante de uma moça linda
Sejam quais cores forem.
Quero todas elas, todas, só pra dar ao meu amor.
Flores amarelas, vermelhas, brancas, laranjas
Todas essas que ficam radiantes diante de uma moça linda
Sejam quais cores forem.
Quero todas elas, todas, só pra dar ao meu amor.
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Chuva Seca
O barro secou.
Por dentro tudo corrói
Mas depois vai vir a chuva
enfatizar o que fez o sol
Entre a fome e a sede o pecado se instala
Cheiro de sangue e morte que o sertão exala
Mas depois vai virar mar
Pois a chuva não vem pra limpar, e sim pra aniquilar
Chove chuva!
Pois além da miséria
O povo tá cansado
Dessa vida suja!
Tão grave!
Tão Séria.
Por dentro tudo corrói
Mas depois vai vir a chuva
enfatizar o que fez o sol
Entre a fome e a sede o pecado se instala
Cheiro de sangue e morte que o sertão exala
Mas depois vai virar mar
Pois a chuva não vem pra limpar, e sim pra aniquilar
Chove chuva!
Pois além da miséria
O povo tá cansado
Dessa vida suja!
Tão grave!
Tão Séria.
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Bi Olorun Ba Fe
Minhas mãos estão cansadas...
Eu toco e não sou visto pelo meu toque
Eu falo e não sou visto pela minha voz
No presente momento estou presente, entregue.
"Quando cair, Olorum, me carregue."
.
Faço permanecer minha impressão
Faço por mim, e quem, antes de mim, veio
Nas veias tenho vontade anseio.
Anseio de alegria, batalha, alforria
Alforria da imagem que me aprisona a quem não me vê ou meu feitos
Essas são as verdadeiras chibatadas que doem
É, o sangue escorre.
Se for pra me acompanhar, não me julgue
Não diga que meu caminhar é inútil
Não diga que minha força é fútil!
As lágrimas dessas palavras saem amargas
Pois quem fez sangrá-las por aqui
É a mesma quem me fez amá-las.
.
E com ou sem forças, vou continuar
Pois cansei de me apegar a pessoas que não querem ver o brilhar
E se querem, desviam o caminho antes dele terminar.
Bi Olorun Ba fè!
Eu toco e não sou visto pelo meu toque
Eu falo e não sou visto pela minha voz
No presente momento estou presente, entregue.
"Quando cair, Olorum, me carregue."
.
Faço permanecer minha impressão
Faço por mim, e quem, antes de mim, veio
Nas veias tenho vontade anseio.
Anseio de alegria, batalha, alforria
Alforria da imagem que me aprisona a quem não me vê ou meu feitos
Essas são as verdadeiras chibatadas que doem
É, o sangue escorre.
Se for pra me acompanhar, não me julgue
Não diga que meu caminhar é inútil
Não diga que minha força é fútil!
As lágrimas dessas palavras saem amargas
Pois quem fez sangrá-las por aqui
É a mesma quem me fez amá-las.
.
E com ou sem forças, vou continuar
Pois cansei de me apegar a pessoas que não querem ver o brilhar
E se querem, desviam o caminho antes dele terminar.
Bi Olorun Ba fè!
Nó na Garganta
Mero mortal
Não tão normal
Mas vivo
Todos os dia olho no espelho e vejo quem sou
Produto do meio e absorção de mim mesmo
Sei quem sou e o que posso vir a ser
E caminho com um rumo
pegando o que posso colher
dos vinhos de lá do fundo
Em constante mudança interna
Ternura de quem me acompanha
Brilho do suor na testa
Sol que esquenta a terra.
Não sou o bastante
Nunca fui
Pretendo não ser
Pra de repente bastar e morrer
Sempre mais.
...
Corro atrás.
E quem não correu?
Meu destino é meu e dos outros
Que estejam comigo ou não
Mas que nada nasça natimorto!
Falta ar, Falta sangue, Falta fala
Mas a boca não cala
Nem o sangue pára
E o vento passa
Se fores ver, nada foi em vão
Se quiseres ir sem saber, entenderei o não
Mas se desistir é ser forte
O mundo todo é, pois caminha p'ra morte
Novo caminho, norteado pelo desatino
Não faço questão de vencer
Só não quero ser um rastro de algo que não fui.
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
O Garoto Cósmico
Do tipo que anda devagar e depressa
Sem pressa de ser eu mesmo
Corro contra um tempo
Que quase sempre cessa
Mas que tipo de mundo é esse?
Jeito eu não levo
O que carrego é o meu ser, não um corpo.
Grito! Não estou morto
E se amo, amo mesmo
Mas aos outros e a mim
Se não vê amor, é por que o ego cegou...
...Ou eu que sou invisível?
.
Sem pressa de ser eu mesmo
Corro contra um tempo
Que quase sempre cessa
Mas que tipo de mundo é esse?
Jeito eu não levo
O que carrego é o meu ser, não um corpo.
Grito! Não estou morto
E se amo, amo mesmo
Mas aos outros e a mim
Se não vê amor, é por que o ego cegou...
...Ou eu que sou invisível?
.
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Clarão Escuro
Como se vê a nulidade?
Ainda não descobri
Encoberta de utilidades
feitas pra não deixarem de coexistir
e Insistir.
Tenho medo do escuro e do clarão.
Tudo poderia ser meio termo
E é o que permeia o espaço
Ermo.
Não-nulo e nulo, anulo a mim mesmo.
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Weather Experience
Tempo ruim é tempo bom
Corro contra ele
Não sei o que foi.
Antes passava longe
Evitava o açoite
Mas vi hoje desde ontem
Que a vida faz ponte
Ando e tento pisar leve
Pois caminho perigoso é grande
É preciso não ser breve
Divagar devagar
P'ra poder literalmente FILOSOFAR.
(Lembrando que filosofar é construir, não deixe o mundo ruir! [no ruim])
Corro contra ele
Não sei o que foi.
Antes passava longe
Evitava o açoite
Mas vi hoje desde ontem
Que a vida faz ponte
Ando e tento pisar leve
Pois caminho perigoso é grande
É preciso não ser breve
Divagar devagar
P'ra poder literalmente FILOSOFAR.
(Lembrando que filosofar é construir, não deixe o mundo ruir! [no ruim])
quinta-feira, janeiro 28, 2010
Pra Sair
Alguém me leva pra sair?
Mas que seja fora de mim
Lugar (in)comum que sou
Out of here, some place in our souls.
Mas que seja fora de mim
Lugar (in)comum que sou
Out of here, some place in our souls.
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Letrofagismo
terça-feira, janeiro 19, 2010
Como Nascem Os Monstros
Era pequena a maldade
contida e estranha
Alimentada parte a parte
Lá nas entranhas
Tamanha Entrada de década
O mundo se acaba, aos poucos
Tragédia após tragédia
Era pequena a triteza
Meio pequenina
Em meio aos meninos e meninas
Que não dividiam nada na mesa
E lá se foi a inocência
Decência? Sem [cê] cadê[ncia] de cá.
Entre mortes e sobrevivências
Se comer mais, vive
Se matar mais, vive
Se tirar mais, vive
mas se morrer, morreu
Como o mundo se move?
com todos no maior "dog eat dog" de todos os tempos.
Monsters Trade Centers, Gerras Civís Estelares,
Malabares do Meio Ambiente.
Se as pessoas boas e manipuladas caírem?
Cada monstro por si.
contida e estranha
Alimentada parte a parte
Lá nas entranhas
Tamanha Entrada de década
O mundo se acaba, aos poucos
Tragédia após tragédia
Era pequena a triteza
Meio pequenina
Em meio aos meninos e meninas
Que não dividiam nada na mesa
E lá se foi a inocência
Decência? Sem [cê] cadê[ncia] de cá.
Entre mortes e sobrevivências
Se comer mais, vive
Se matar mais, vive
Se tirar mais, vive
mas se morrer, morreu
Como o mundo se move?
com todos no maior "dog eat dog" de todos os tempos.
Monsters Trade Centers, Gerras Civís Estelares,
Malabares do Meio Ambiente.
Se as pessoas boas e manipuladas caírem?
Cada monstro por si.
quarta-feira, janeiro 13, 2010
Não Recebi Gratidão
Sou grato pela minha alma
Calma e revolta.
Sou grato pela minha compaixão
Sem um pingo de misericórdia
Sou grato por ser grato
Mas não recebi gratidão.
Não recebi gratidão.
Calma e revolta.
Sou grato pela minha compaixão
Sem um pingo de misericórdia
Sou grato por ser grato
Mas não recebi gratidão.
Não recebi gratidão.
terça-feira, janeiro 12, 2010
Eco Horizontal
Me peguei olhando o horizonte e nem sei porque
Seria natural fazer isso.
Parecia prolixo,
Demodè,
Aqueronte.
Apronta conosco
Nossa mente
Sem fim
Sufoco
...Oco.
Vagamundo
Quem sabe no fundo
Eu leve jeito pra ser vagabundo.
Não daqueles que vagam moribundos
Mas aqueles vagam nas almas do mundo.
"coração de vagabundo bate na sola do pé."
(ditado popular da malandragem) .
domingo, janeiro 10, 2010
Entrelaços do vôo do Palco
Entrelaços entrelinhados de papéis amaçados
Descalço, vejo tudo do alto
Com pés no chão, mas alados
Um siples salto, da lama ao palco
Arremate do canto
Pranto tanto, de alegria e desespero
Assoberbando o enterro
Da vida como um manto
Somos tantos, querendo gritar,
Pra depois se jogar
E entregar a energia
do público que nos elogia
E essas são as assas
Feitas de mãos
Nos elevam
nos dão chão
Pra cair e levantar Música.
Descalço, vejo tudo do alto
Com pés no chão, mas alados
Um siples salto, da lama ao palco
Arremate do canto
Pranto tanto, de alegria e desespero
Assoberbando o enterro
Da vida como um manto
Somos tantos, querendo gritar,
Pra depois se jogar
E entregar a energia
do público que nos elogia
E essas são as assas
Feitas de mãos
Nos elevam
nos dão chão
Pra cair e levantar Música.
terça-feira, janeiro 05, 2010
Hibridos antigos, vida exalada
Os pés cansados ainda se levantam pra pular
e ver além do muro e nós
O nó na garganta nos faz parar e ver o que não há
E não há nada, nada mesmo além do pó
Poeira e sangue pairam sobre meus irmãos
A pele é escura e o passado quase foi ocultado
mas a alma é mais forte e aponta um norte que não é em vão
somos todos uma vida com o que buscamos, com o que nos foi roubado
e aí sim eu vejo, não roubarão mais nada!
Basta! quero meu lugar
E é ao lado de meus irmãos e minhas irmãs
Que estão seguindo junto aos meus amigos, amigas e amadas
E se um dia eu fui quem não pra ser nem estar,
Agora sou realmente eu e ergo minhas mãos, e minha filosofia já não é vã.
.................................................................................
Em 27/06/08. antiga.
e ver além do muro e nós
O nó na garganta nos faz parar e ver o que não há
E não há nada, nada mesmo além do pó
Poeira e sangue pairam sobre meus irmãos
A pele é escura e o passado quase foi ocultado
mas a alma é mais forte e aponta um norte que não é em vão
somos todos uma vida com o que buscamos, com o que nos foi roubado
e aí sim eu vejo, não roubarão mais nada!
Basta! quero meu lugar
E é ao lado de meus irmãos e minhas irmãs
Que estão seguindo junto aos meus amigos, amigas e amadas
E se um dia eu fui quem não pra ser nem estar,
Agora sou realmente eu e ergo minhas mãos, e minha filosofia já não é vã.
.................................................................................
Em 27/06/08. antiga.
Tetricidade
[...] a vida vai, em repente
Se repete incessantemente
Sempre com algo a nos dizer
Tenho medo e não tenho
De saber pra que convenho
Estar aqui ou não estar
Sem tragédias ou com elas pra nos desesperar
e talvez o meio nos salve
O que quase-nunca-sempre acontece
Por que não se vê nosso desempenho
E continua a dúvida
Turva e calada
Gritando ao amanhecer ou na madrugada
De pé pra parede que cerca cada um
Às muitas-poucas vezes esquecida
Surge como uma dolorosa facada
Chamada individualidade
Nessa (in)feliz realidade
De sombra-luz, bondade-maldade
temos fé, amor, afeto e perseverança
como se ninguém ainda tivesse matado a esperança
Ela tá sangrando! de ano a ano, mês a mês, segundo a segundo, cara a cara, tez a tez.
Mas vamos a curando, toda vez
E vazio torna a voltar
E rio corre pro mar (mas e o mundo?)
Lá no fundo.
Quer dizer... Que sou eu?
P'ra quê vim?
P'ra que fim?
A gente nasce... mas já morreu.
Se repete incessantemente
Sempre com algo a nos dizer
Tenho medo e não tenho
De saber pra que convenho
Estar aqui ou não estar
Sem tragédias ou com elas pra nos desesperar
e talvez o meio nos salve
O que quase-nunca-sempre acontece
Por que não se vê nosso desempenho
E continua a dúvida
Turva e calada
Gritando ao amanhecer ou na madrugada
De pé pra parede que cerca cada um
Às muitas-poucas vezes esquecida
Surge como uma dolorosa facada
Chamada individualidade
Nessa (in)feliz realidade
De sombra-luz, bondade-maldade
temos fé, amor, afeto e perseverança
como se ninguém ainda tivesse matado a esperança
Ela tá sangrando! de ano a ano, mês a mês, segundo a segundo, cara a cara, tez a tez.
Mas vamos a curando, toda vez
E vazio torna a voltar
E rio corre pro mar (mas e o mundo?)
Lá no fundo.
Quer dizer... Que sou eu?
P'ra quê vim?
P'ra que fim?
A gente nasce... mas já morreu.
segunda-feira, janeiro 04, 2010
Lua Crescente
Sendo assim, vamos em frente
Lutar, vencer, perder, respirar, viver
Nessa vida ambivalente
Em lua crescente.
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Canção Coração
.
Como o coração encolhe?
Com opressão,
e pra engrandecer? Compaixão e Compreensão
Mas essa menção te acolhe?
Tire tudo de mim e minha vontade fica
O que queremos, conseguimos
se atinge por morte ou vida
quando não se quer, a entrada também é saída.
Mas pra onde vai?
Eu não quero ir embora
Eu quero ficar, mesmo andando, quero ficar
Aonde vai?
Então, como o coração morre?
Quando para de tentar.
...Eu não consigo parar.
Mas então, como o coração sofre?
Quando vive, quando nasce.
...E eu não consigo parar de tentar viver ao seu lado.
(Ser seu abrigo, amigo, amado)
Posso?
Como o coração encolhe?
Com opressão,
e pra engrandecer? Compaixão e Compreensão
Mas essa menção te acolhe?
Tire tudo de mim e minha vontade fica
O que queremos, conseguimos
se atinge por morte ou vida
quando não se quer, a entrada também é saída.
Mas pra onde vai?
Eu não quero ir embora
Eu quero ficar, mesmo andando, quero ficar
Aonde vai?
Então, como o coração morre?
Quando para de tentar.
...Eu não consigo parar.
Mas então, como o coração sofre?
Quando vive, quando nasce.
...E eu não consigo parar de tentar viver ao seu lado.
(Ser seu abrigo, amigo, amado)
Posso?
domingo, dezembro 27, 2009
Versos Descentralizados de Um Louco Apaixonado em Dia de Hospício
.
E sempre falei, sou eu
E sempre andei, assim
E sempre te dei, o meu.
Disse que era errante, infante mas velho
Novo de novo e engraçado no sério
Nunca te forcei a me acompanhar
Só te fiz olhar quem eu era e como fazia
E fui assim, mudando aos poucos.
Mas como nunca fui suficiente, ciente do que sou
Gosto do barulho do caos que acorda muita gente mundo a fora
Gosto de conversas fúteis de amigos que só estão felizes em ver-me e cantarolar sobre a vida
Gosto do cheiro do café com cigarro e conhaque na feira enquanto velhos e jovens filosofam sobre um quadro ou notícia qualquer, qualquer jornal lido, qualquer imagem que encantou.
Motivo nunca dei pra pensar que não fosse isso,
Nem também dei ausência completa pra não te acompanhar
Acompanhei e te mostrei isso desde o início.
Não gosta de quem eu sou? Como ando? Onde vou?
Ando em mudança mas só você não vê.
O excesso dito diminuiu e não é mais
Às vezes saio sem companhia só pra ver o cais, ondas como eu.
Quando me sinto sozinho rodeado pela tua gente, lembrar disso me faz crescer.
Nunca suportei nada? Ah, dois lados de uma mesma moeda fria
Mas no final dá cara ou corôa?
Tento algo por você, pra você, mas o que pesa é sempre a parte da agonia
Engulo desde sempre palavras ríspidas como um barco de polpa à proa
Se algum momento dos nossos bons momentos importam, porquê a pressa?
Que sangria desatada e essa que não sabe ver no outro a pegada certa?
Isso me aleja! Literalmente meu braços e pernas e forças se vão.
O que eu quero com você é simples e sempre foi, uma vida a dois
E bem sabes que procuro fazer isso.
Não vê, então me deixe louco, fazendo o que faço pouco, viver.
tenho medo de te perder, mas você parece não ter
e quando eu estiver insano em prantos(vai saber)
pois não consigo encontrar um canto.
E sempre falei, sou eu
E sempre andei, assim
E sempre te dei, o meu.
Disse que era errante, infante mas velho
Novo de novo e engraçado no sério
Nunca te forcei a me acompanhar
Só te fiz olhar quem eu era e como fazia
E fui assim, mudando aos poucos.
Mas como nunca fui suficiente, ciente do que sou
Gosto do barulho do caos que acorda muita gente mundo a fora
Gosto de conversas fúteis de amigos que só estão felizes em ver-me e cantarolar sobre a vida
Gosto do cheiro do café com cigarro e conhaque na feira enquanto velhos e jovens filosofam sobre um quadro ou notícia qualquer, qualquer jornal lido, qualquer imagem que encantou.
Motivo nunca dei pra pensar que não fosse isso,
Nem também dei ausência completa pra não te acompanhar
Acompanhei e te mostrei isso desde o início.
Não gosta de quem eu sou? Como ando? Onde vou?
Ando em mudança mas só você não vê.
O excesso dito diminuiu e não é mais
Às vezes saio sem companhia só pra ver o cais, ondas como eu.
Quando me sinto sozinho rodeado pela tua gente, lembrar disso me faz crescer.
Nunca suportei nada? Ah, dois lados de uma mesma moeda fria
Mas no final dá cara ou corôa?
Tento algo por você, pra você, mas o que pesa é sempre a parte da agonia
Engulo desde sempre palavras ríspidas como um barco de polpa à proa
Se algum momento dos nossos bons momentos importam, porquê a pressa?
Que sangria desatada e essa que não sabe ver no outro a pegada certa?
Isso me aleja! Literalmente meu braços e pernas e forças se vão.
O que eu quero com você é simples e sempre foi, uma vida a dois
E bem sabes que procuro fazer isso.
Não vê, então me deixe louco, fazendo o que faço pouco, viver.
tenho medo de te perder, mas você parece não ter
e quando eu estiver insano em prantos(vai saber)
pois não consigo encontrar um canto.
sábado, dezembro 26, 2009
Cinevida
Sinopse de sentimento cinematográfico
Caracterizado pela pena.
Pena de não poder mostrar o todo
Quem nem tudo termina em ponto
Vida que passa como trilha
De música, de silêncio, de angústia
Solidão da companhia líquida
Feita de sopéfulos e hipocrisia
Mas como todo filme, não é só isso
As tiras de filme vão passando e mesclando-se à alegria
De momentos simples, de pessoas verdadeiras
De amores ferventes, de felicidade induzida
Começo, meio, fim e começo de novo
Atento a tudo, o tempo todo
Amor, te espero
E quero.
Largue o terror do drama
O que devemos viver
Fora e dentro da casa, da cama
É a nossa singela comédia romântica.
terça-feira, dezembro 22, 2009
Vida Vã
.
A lua guia meus pensamentos
Sentimentos aqui, que as estrela vêem
E trazem meus alentos
Momentos simples
Que eram tão limpos
Sonhos e desejos ingênuos
Do tempo em que o velho era novo
Tão infante,
E isso faz com que a alma levante
Avante, vida vã, avante!
....................................................................................................................................
Em 18/09/2008.
A lua guia meus pensamentos
Sentimentos aqui, que as estrela vêem
E trazem meus alentos
Momentos simples
Que eram tão limpos
Sonhos e desejos ingênuos
Do tempo em que o velho era novo
Tão infante,
E isso faz com que a alma levante
Avante, vida vã, avante!
....................................................................................................................................
Em 18/09/2008.
domingo, dezembro 13, 2009
Mudança de Tudo e Nada
A parte da fase de um todo
Revolto e emoldurado,
Lançado ao mar
Estorvo de um olhar alarmado
Sinais de mudança por todo lado
Nem tão rápidos nem tão lentos
Alguns bem vivos, outros anêmicos
Que ninguém vê realmente,
além do mudado
Enfim, é tudo igual e diferente
Mas o que é realmente revoltante
Aparece nos olhos em pane
Que não consegue encarar a mudança...
Frente a frente.
Pensamento Concreto da Chuva
.
Turva mente curva
Alagada pela chuva
Que dá umidade e frio
Que sempre volta como rio.
Corta o pensamento
Chão de cimento
Áspero e mal
Na cidade,
Total
Que acaba se tornando um...
Espiral.
Turva mente curva
Alagada pela chuva
Que dá umidade e frio
Que sempre volta como rio.
Corta o pensamento
Chão de cimento
Áspero e mal
Na cidade,
Total
Que acaba se tornando um...
Espiral.
sábado, dezembro 12, 2009
Mulher de milhar
Ela espreita as estradeas, esperando uma nova cara
Cara de um cara mascarado e distinto
Que mesmo com face coberta
expõe sua essência de absinto
Sintético clima
Minto!
Pura estética.
Superficial.
Cara de um cara mascarado e distinto
Que mesmo com face coberta
expõe sua essência de absinto
Sintético clima
Minto!
Pura estética.
Superficial.
sexta-feira, novembro 27, 2009
Arranhado
E se hoje eu fosse diferente?
Seria como foi antes
Algo transparente e inerente ao espaço
Mas a cada passo me esqueço e vou lembrando...
E se eu não fosse tão triste e frágil?
agilidade afável o mago real
tanta coisa gira, tanta alma grita, tanto som aflito
Meu destino é ser só, pois faço mal
...Passando mal.
Seria como foi antes
Algo transparente e inerente ao espaço
Mas a cada passo me esqueço e vou lembrando...
E se eu não fosse tão triste e frágil?
agilidade afável o mago real
tanta coisa gira, tanta alma grita, tanto som aflito
Meu destino é ser só, pois faço mal
...Passando mal.
segunda-feira, novembro 23, 2009
(In)certo
Novo e doce garoto velho e amargo
Como o sucesso do fracasso premeditadamente imprevisível
Próprio incentivador e carrasco
Asco e deleite de quem ao redor é sensível,
Confuso garoto sem futuro certo.
E há futuro?
...incerto.
Como o sucesso do fracasso premeditadamente imprevisível
Próprio incentivador e carrasco
Asco e deleite de quem ao redor é sensível,
Confuso garoto sem futuro certo.
E há futuro?
...incerto.
sexta-feira, novembro 20, 2009
E agora
E agora?
É preciso foto, é preciso morte, é preciso tato?
Que fato é esse, o que te assola?
Desolação por amor caído é só mais uma obra...
Obra do destino que nos impôe o que queremos sem saber
Ou o que não queremos e temos ciência.
Mas aí? cadê a essência se o ser amado foi??
Embora...
Embora a cerveja seja boa, o abraço da amada é melhor...
mas algo se perdeu entre a entopecência e a inocência.
É preciso foto, é preciso morte, é preciso tato?
Que fato é esse, o que te assola?
Desolação por amor caído é só mais uma obra...
Obra do destino que nos impôe o que queremos sem saber
Ou o que não queremos e temos ciência.
Mas aí? cadê a essência se o ser amado foi??
Embora...
Embora a cerveja seja boa, o abraço da amada é melhor...
mas algo se perdeu entre a entopecência e a inocência.
terça-feira, novembro 10, 2009
Rosas e Cactos
E nos mais estranhos caminhos
Encontramos rosas e espinhos
Cactos com águas e figos,
Matam sede mas arranham,
Cativam mas espantam
com aroma e com ardor,
A vida e o amor.
Encontramos rosas e espinhos
Cactos com águas e figos,
Matam sede mas arranham,
Cativam mas espantam
com aroma e com ardor,
A vida e o amor.
domingo, novembro 01, 2009
Quem Matou a Vontade
Quem matou a vontade?
Foi você?
Não acreditamos mais nem em luta por igualdade
Porque quem escravizou tá sempre a crescer.
E vários falam que a questão não é cor
Mas nem sabem quanto rancor foi acumulado
Lado a lado com os séculos de trabalhos
Movidos a sangue e dor.
Querem saber quem matou a tal vontade?
Pergunte a quem não nos pagou.
Não nos deu lar e ainda disse que nos libertou
E onde esconderam a verdade?
Dentro de idéias que perpetuam a falsa igualdade
Mas que de África, dos quilombos e das favelas, nunca cuidou!
E milhões de crianças e jovens hoje estão em apatia! Me digam, quem matou?!
Matutou? Não é difícil saber, mas dói sentir.
Foi você?
Não acreditamos mais nem em luta por igualdade
Porque quem escravizou tá sempre a crescer.
E vários falam que a questão não é cor
Mas nem sabem quanto rancor foi acumulado
Lado a lado com os séculos de trabalhos
Movidos a sangue e dor.
Querem saber quem matou a tal vontade?
Pergunte a quem não nos pagou.
Não nos deu lar e ainda disse que nos libertou
E onde esconderam a verdade?
Dentro de idéias que perpetuam a falsa igualdade
Mas que de África, dos quilombos e das favelas, nunca cuidou!
E milhões de crianças e jovens hoje estão em apatia! Me digam, quem matou?!
Matutou? Não é difícil saber, mas dói sentir.
sábado, outubro 17, 2009
Derrube
E a parede que construiram com espinhos está alí
E o prédio cheio de dinheiro continua alí também
Como barreiras impostas dispostas a ruir,
Como se fosse cair sem deixar vintém.
E eles não querem deixar, pra nós não
Nós queremos mudar a estrutura
De prédio p'ra escola de imensidão,
De muro p'ra tapete de informação.
Mas pra onde ruma a supremacia?
Eles um dia vão dizer:
- Ruma até a última sala vazia
Onde só sobra você.
Derube o muro!
Derrube o prédio!
Derrube o poder!
Derrube o tédio!
E o prédio cheio de dinheiro continua alí também
Como barreiras impostas dispostas a ruir,
Como se fosse cair sem deixar vintém.
E eles não querem deixar, pra nós não
Nós queremos mudar a estrutura
De prédio p'ra escola de imensidão,
De muro p'ra tapete de informação.
Mas pra onde ruma a supremacia?
Eles um dia vão dizer:
- Ruma até a última sala vazia
Onde só sobra você.
Derube o muro!
Derrube o prédio!
Derrube o poder!
Derrube o tédio!
quinta-feira, setembro 17, 2009
Repente da Queimadura de Sol Nos Olhos

E de repente o sol vem
Mas tão forte que nada sentimos
E o que se tem?
O bem e o mal entre corpos vazios.
Vale apena sentir o calor?
Espetáculo de horror queimando no asfalto
corpos no chão!
Ei, você! Mâo ao alto!
O inocente se vê culpado
O coitado se vê condolente
A toda dor de homens cinzas, malvados
Que no fim das contas são todos parentes
Aparentemente fardados
Fadados se autoflagelarem
distribuindo violência em trapos
que vestem a segurança e camaradagem
E de repente o sol vem
ofuscar a imagem e semelhança de todos.
segunda-feira, maio 04, 2009
Apatia
Letargia induzida
Como coma de teores escrachados
Nas veias de um andarilho
Cansa-se de da covardia
e depois joga-se as memórias em muros contrários
pra ver esquecer o vazio
E é cheio de deslizes
Como uma encosta na enchente
De gente que sente na pele a dor da canção
que cai no silêncio das mesmices
Andar já não importa, pouco menos cantar
A vontade vai desmoronando
Só resta sentas e esperar.
terça-feira, março 17, 2009
Cadência Leve
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
Noturno
quarta-feira, novembro 26, 2008
Sentir, Encontrar, Sorrir

Tente entender, meu ser é não ser
Nada disso que se vê, mas tudo que se sente
Então tente entender, pois o que sinto é querer
Não aqueles que se vê em qualquer lugar, por conta da superfície
É algo que veio quando olhei sua alma quando me disse:
É estranhos sermos tão próximos assim.
E isso tudo é o que a visão oculta
E mesmo assim o coração brilha na penumbra
tentando achar um brilho semelhante
que de perto reflete o seu semblante...
aquele que busco todos os dias.
Nada disso que se vê, mas tudo que se sente
Então tente entender, pois o que sinto é querer
Não aqueles que se vê em qualquer lugar, por conta da superfície
É algo que veio quando olhei sua alma quando me disse:
É estranhos sermos tão próximos assim.
E isso tudo é o que a visão oculta
E mesmo assim o coração brilha na penumbra
tentando achar um brilho semelhante
que de perto reflete o seu semblante...
aquele que busco todos os dias.
terça-feira, novembro 04, 2008
Me Vê

Me vê? Talvez eu nem exista
Seja algo insista em viver... morrendo.
Mas tudo isso é pura desculpa,
Lágrima de quem procura alento.
Atento e aéreo, tento capturar o vento
Tão livre e preso quanto eu,
Nascido de ventre negro, trabalhador, mas sujeito... ao meio
Que nos joga tanta coisa que nunca tinhamos feito.
E então, me vê?
Não com os olhos deles, mas o seu
Aquele que me olhou da primeira vez, me abraçou
Aquele olhar que te fez esquecer
Dessas diferenças de hoje, de qualquer ser...
Me vê?
domingo, outubro 26, 2008
Transbordamento de Tudo

Eita alma!
Não se acalma nunca
Nem quando sobra tanta falta
Nem quando a vida afunda
Inunda todas as saídas e contrai os pulsos
Parecem querer sair do corpo
Que dança em movimentos confusos!
Desenho torto de traço solto
E de tanto guardar, explodiu
Deixando pedaços de mim em tudo
Um andarilho, piso de chão avulso
Que de tanto chorar, olhou pra frente e riu.
segunda-feira, outubro 06, 2008
Tardia Memória

Se lembra... ou não?
Somos tão sãos quanto os santos
Amparados de mantos
Que são quase chão.
O que temos em nossas mãos é presente
Futuro constante inconsciente
No instante inseguro da mente
Que faz com que o passado se movimente
Mas pra que tanto... lembrar?
O que vemos é fato
Afetado, bem além do tato
E nos faz... sorrir e chorar.
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